Resenha do filme: O filme da minha vida

Sinopse: O jovem Tony decide retornar a Remanso, Serra Gaúcha, sua cidade natal. Ao chegar, ele descobre que Nicolas, seu pai, voltou para França alegando sentir falta dos amigos e do país de origem. Tony acaba tornando-se professor e vê-se em meio aos conflitos e inexperiencias juvenis.

Data de lançamento 3 de agosto de 2017 (1h 53min)
Direção: Selton Mello
Elenco: Johnny Massaro, Vincent Cassel, Bruna Linzmeyer mais
Gênero: Drama
Nacionalidade: Brasil

 

 

Resenha:

Acabei de assistir e estou naquele estupor, puro êxtase. Fazia era tempo que eu não conseguia essa sensação ao assistir algum filme.

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Selton Mello saiu da tv faz alguns anos, dedicando-se ao cinema e em O filme da minha vida, ele além de atuar é diretor também.

A sutileza lírica que o filme carrega é o que nos transporta. Além do mais, o ator/diretor brinca com os paralelos de brutalidade e fantasia e consegue trazer um ar de melancolia que se transfigura em tons escuros na fotografia, os aspectos vintage das roupas de época, a partida do pai para França e o quanto isso aflinge o protagonista e aquele tom sulista dos anos 60…

O charme sonhador que Tony Terranova (Johnny Massaro), professor em uma escolinha emite em contra posto com seu amigo Paco (Selton Mello) que é totalmente rude e pé no chão, faz com que vejamos ambiguidades e  passemos a entender esses lados tão opostos.

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A sonoridade é maravilhosa. As músicas são colocadas em um plano de fundo que por vezes dá vida as cenas sem diálogo, são canções que vão desde a jovem guarda até os clássicos da música francesa, o que dá um certo charme e ajuda a entender melhor a melancolia que ronda Tony e a ausência causada por seu pai.

O filme ainda conta com outros nomes de peso, como Bruna Linzmeyer que tem aquele par de olhos azuis e uma beleza exótica dando graciosidade à personagem, ainda que atuando de maneira mais contida. Sua irmã ganha vida pela atriz Bia Arantes, que apesar de quase não ter espaço no filme surpreende lá pelo fim.

Mas, o show mesmo fica por conta do Massaro, ele parece declamar poemas ao falar e sua paixão por cinema é um encanto à parte. Passa-se até uma leve impressão que ele é um ator francês. Selton Mello aparece de forma meio caricata, seu personagem tem um tom de voz imponente e tenta emitir diálogos poéticos ou filosóficos, porém as vezes não soa natural. Uma pena que, apesar do filme ser tão bem dirigido, de ter uma fotografia maravilhosa, trilha e atores realmente bons. O filme da minha vida não é necessariamente o filme da minha vida, o pecado está no enredo. Volta e meia parece apenas uma novela da Globo e isso incomoda, porém não tanto.

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Se você é apaixonado por poética e um drama. O filme da minha vida pode ser o filme da sua vida. Que tal?

 

 

Dia do professor: 3 filmes

Hoje é 15 de outubro e comemora-se o dia do professor, como sou professora e sei o quão importante é o papel do professor na sociedade e o desafio que é ser um professor do século XXI. Decidi trazer 3 filmes com professores que inspiram, para lembrarmos sempre o papel do professor e sua importância. Feliz dia 15 a todos os professores.

1- Sociedade dos poetas mortos 

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O novo professor de Inglês John Keating é introduzido a uma escola preparatória de meninos que é conhecida por suas antigas tradições e alto padrão. Ele usa métodos pouco ortodoxos para atingir seus alunos, que enfrentam enormes pressões de seus pais e da escola. Com a ajuda de Keating, os alunos Neil Perry, Todd Anderson e outros aprendem como não serem tão tímidos, seguir seus sonhos e aproveitar cada dia.

2- Escritores da liberdade

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Em Los Angeles, uma dedicada professora de uma escola dividida por raças ensina uma turma de alunos adolescentes que apresenta problemas de aprendizagem. Ela tenta inspirá-los a acreditarem em si mesmos e a atingirem o sucesso, pois estão prestes a serem reprovados.

3- Preciosa (uma história de esperança)

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Grávida de seu próprio pai pela segunda vez, Claireece “Preciosa” Jones de 16 anos, não sabe ler nem escrever e sofre abuso constante nas mãos de sua mãe. Instintivamente, Preciosa vê uma chance de mudar de vida quando ela tem a oportunidade de ser transferida para uma escola alternativa. Sob a orientação firme e paciente de sua nova professora, Sra. Rain, Preciosa começa a viagem da opressão para autodeterminação.

Carpe Diem! ❤

5 coisas para parar de fazer

Esses dias me deparei com uma imagem que listava 5 coisas para parar de fazer e notei que estava mais para 5 conselhos que você deveria levar pra vida toda, analisei todos os cinco e concluí que precisava compartilhar com vocês. Por isso, resolvi lista-los aqui e comentar. Espero que gostem.

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Essa é a imagem: tirei print do meu status mesmo hahaha

1- Tentar agradar a todos: Coloque uma coisa na sua cabeça: É impossível agradar a todos. Impossível.  Bom, seja você mesma e de resto, as pessoas que realmente se importam com você estarão sempre ao seu lado (sei que soa clichê, mas é fato). Sempre vai ter alguém pra opinar, distorcer ou empinar o nariz para você, mas não ligue pra isso. Só seja uma boa pessoa, mas não perca tempo tentando provar que é.

2- Temer a mudança: Vez ou outra sempre vejo amigas ou parentes que se conformam com uma situação (que não é legal) pelo simples fato de ter medo de mudar. Arriscar-se a mudanças é dar chance a novos ares, é preciso sim coragem e isso, requer ousadia. Falo de mudanças significativas-não um corte de cabelo-é preciso coragem pra mudar de emprego, arriscar-se a um intercâmbio, mudar de cidade, sair de um relacionamento desgastante e enfim, coragem é preciso. Mudanças são necessárias.

3- Viver no passado: Essa é uma das mais cometidas. Gente, sério! O passado não tem nada mais pra oferecer (já ofereceu: experiência), é hora de deixar ele lá quietinho e seguir a vida. A gente não percebe, mas viver no passado acaba nos paralisando e isso não é bom. Viva o agora, planeje o futuro e deixe o passado pra trás.

4- Colocar-se pra baixo: Vamos falar mais um vez sobre auto-estima? Amor-próprio? Nem vem, colocar-se pra baixo é assinar um contrato com a resignação. Enteda de uma vez por todas: Você é o personagem principal da sua vida. Sua história depende mais de você do que qualquer pessoa. Então, ânimo e nada de ficar pensando negativo.

5- Pensar demais: Já notou que a gente acaba sempre perdendo oportunidades por pensar demais? Aí a gente volta ao passo 1. Perdemos na maioria das vezes por medo do que vão pensar de nós, agradar a todos? Roubada. Às vezes pensar demais só nos frusta. Tudo bem, é importante ter antes de tudo consciência dos fatos e certeza sobre nossos desejos, anseios e tudo mais. Porém, pensar demais nos pilha e no final das contas só nos deixa com dúvidas. Então, não pilhe tanto.

Inspiração: 3 detalhes que fazem diferença na foto

Hoje é dia de separar umas tranqueiras aí e treinar umas poses legais, porque é dia de fotografar, baby.

Está sem ideias para suas fotinhas? Bom, separei algumas delas para vocês usarem e ousarem na hora do clik. Espero que gostem e se divirtam.

1- Usem glitter, usem muito! É hora de purpurina hahaha, brilhinhos sempre dão um charme, né?

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2- Aproveita e faz o combo gliter+penteado legal. O resultado fica bem tumblr.

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3- Que tal usar tinta colorida? É, aquelas tintas de aquarela. (Atenção: Faz uma sujeirinha danada, então se certifique sobre espaço e roupas)

E aí, gostaram das dicas?

Resenha do filme: O lado bom da vida

Data de lançamento: 1 de fevereiro de 2013 (2h 02min)
Direção:David O. Russell
Elenco:Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Robert De Niromais
GêneroComédia dramática
Nacionalidade:EUA
Sinopse:  Pat Solitano Jr. (Bradley Cooper) perdeu quase tudo na vida: sua casa, o emprego e o casamento. Depois de passar um tempo internado em um sanatório, ele acaba saindo de lá para voltar a morar com os pais. Decidido a reconstruir sua vida, ele acredita ser possível passar por cima de todos os problemas do passado recente e até reconquistar a ex-esposa. Embora seu temperamento ainda inspire cuidados, um casal amigo o convida para jantar e nesta noite ele conhece Tiffany (Jennifer Lawrence), uma mulher também problemática que poderá provocar mudanças significativas em seus planos futuros.
Resenha:

Baseado no livro do Matthew Quick e tendo indicações ao Oscar, teve estréia lá em 2013 e eu só assisti ontem. Estava lá, na lista faz décadas e eu procastinando, mas em todo caso assisti e me perguntei “Por que raios demorei tanto?” 

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O filme é um drama que conta a história de Pat (Bradley Cooper), um ex professor substituto de história que foi internado em um hospital psiquiátrico após um surto doentio de bipolaridade ao encarar sua esposa o traindo.

O filme começa então com a mãe do Pat “Dolores” ficando aos cuidados dele ao passo que ele está sendo liberado da clínica. Pat, por sua vez, está destinado a recuperar sua esposa Nikke e mostra-lá que está bem e que mudou.

Lá vai ele ler os livros que Nikke passa para seus alunos, pois não entende como sua ex mulher, que também é professora, passe livros com finais tão infelizes, ele está totalmente certo de que existem finais felizes e seu novo lema é “excelsior.”

Pat acaba conhecendo sua vizinha Tiffany (Jennifer Lawrence) uma mulher rude, recentemente viúva e ex ninfomaníaca em recuperação. Ambos acabam fazendo um trato, Tiffany o ajudaria a recuperar sua esposa e ele participaria de um concurso de dança com ela.

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No meio disso tudo, a gente percebe que o lado bom da vida é um filme cheio de nuances corriqueiras. Os acontecimentos são rápidos, as reações contidas e ainda assim, nós encaramos um núcleo familiar disfuncional. O Robert DeNiro atuando como o pai supersticioso e obssevivo, maravilhosamente. Até mesmo, conhecemos outro nucleo familiar caótico; o amigo do Pat que está deixando o casamento ir de mal a pior. E, percebemos, ainda assim como a vida pode ter um lado bom, isso se dá em especial ao momento em que Pat se reconhece na loucura da Tiffany ou quando seu pai se abre pra ele, dizendo o quanto se arrepende por não ter passado tempo suficiente com ele na infância. E notamos que a vida sinceramente não precisa ser perfeita até porque ela não é e nunca vai ser, mas sempre haverá um lado bom. Um lado, não todos.

O que falar da trilha sonora? Led zeppelin, Stevie Wonder, White Stripes embalam várias cenas e trazem uma ótima sensação, citações como Metallica e Megadeth também rondam o filme.

Ah, li por aí que o Matthew Quick (ex-professor) decidiu escrever “O lado bom da vida” após a mãe de um aluno ligar para ele preocupada com o conteúdo trágico e infeliz dos livros clássicos de literatura norte-americana. O que nos leva a uma cena muito interessante no filme, Pat decide ler o romance que sua ex mulher considera “o maior romance já escrito” , adeus as armas de Ernst Hemingway o que causa até uma cena engraçada ao ver a reação do Pat que acredita piamente em finais felizes e se depara com um trágico fim no romance.

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Mas, nem tudo é tão dramático e melancólico assim, o Clímax fica lá pelo fim com o concurso de dança e a reação com a nota que eles tiraram (cômico? Sim, muito) e claro, “a sua loucura parece um pouco com a minha” já dizia Clarice Falcão ou como diria minha mãe “um louco reconhece outro”, e lá está o climax em puro êxtase para nos sentirmos agraciados com tanta sensibilidade. Enfim, é um filme que vale apena assistir.

Look do dia: Street Style

Olá, Olá e Olá

Meu, já faz um tempinho que eu não posto look do dia, pior que é mais por preguiça que qualquer outra coisa.

Mas, fiz uma experiência nova, me deu a louca das loucas e entrei nessas lojinhas baratinhas com 50 reais e disse “Quer saber? Aposto que consigo montar um look bonito com apenas 50 contos” e, agora, estou mostrando ele pra vocês. É, pasmem, gastei só 50 contos em 2 peças de roupa. Logo, eu? mereço palmas! hahaha

 

 

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Eaí, me sai bem? Gostaram?

Ps. ignorem que eu tô só um palmito (magrela e branquela)

Moletom & Short: sem marca / Sandália: Arezzo / bolsa: C&a

 

 

 

Na fila do supermercado – Marina Colasanti

Estava eu na fila do supermercado chegando à caixa com um carrinho cheio de compras, quando ela veio com algumas poucas coisas na mão e perguntou se podia passar à minha frente. Respondi, com um sorriso, que melhor seria ir duas caixas mais para lá, na fila de urgência para pessoas com poucas compras. Respondeu, quase com violência, que se ela quisesse ir para a outra caixa já teria ido, estava me pedindo para passar à minha frente, só isso.
A esta altura eu já começava a descarregar o carrinho, e me dei conta de que ela havia pedido permissão também a um jovem senhor que devia estar atrás de mim. O qual, incomodado com a violência com que ela havia me respondido, disse que agora, tendo sido ela grosseira comigo, não daria o seu lugar.
Ela fechou a cara, e permaneceu impávida entre o homem e eu.
Era vagamente loura, vagamente pálida, vagamente acima do peso. Não sei que idade teria, evitei olhá-la.
Logo, minhas compras haviam passado todas, eu ia tirando a carteira da bolsa. Então, algo rompeu-se dentro dela, e eu a vi espalmar as mãos na bancada de inox e gritar:”Não aguento mais! Não aguento mais!”.
Abaixava e erguia a cabeça, dava socos na bancada, agitando o tronco. “Não aguento mais! – repetia aos brados- Estou cansada!….. Cansada! “.
Eu a olhava sem saber se devia abraçá-la, dizer-lhe alguma coisa, tentar apaziguá-la. Pareceu-me que não. Aquilo era um ato individual, um transbordamento que nada tinha a ver conosco, que de alguma forma nos ignorava. Não era um pedido de ajuda.
Ninguém se moveu, embora as cabeças se voltassem na sua direção. Os gritos dela ecoavam no supermercado. E os socos no inox. Entre as exclamações, em estilhaços de palavras entendeu-se que cuidava de uma irmã doente. Cuidava dela sozinha. Repetiu várias vezes “Sozinha!”.
Os mais próximos se entreolhavam, sem saber se era um surto que necessitaria do atendimento de um profissional, ou apenas uma rachadura provocada por exaustão.
Alguém pediu água. Há sempre alguém que pede água quando outro alguém sai da normalidade. E a água materializou-se, copo de plástico trazido por uma gerente. Temi que ela o varejasse com a mão, mas nem o tomou nem o recusou, talvez, tão voltada para dentro de si mesma, não o visse. Mas, seja pelo copo, seja pelo gesto, a tensão pareceu baixar.
Disse ainda, agora falando mais baixo, que ninguém cuidava dela, que com ela ninguém se importava, era só trabalho e mais trabalho cuidando dos outros, tudo com ela, sempre com ela, e para ela nada.
A gerente perguntou onde morava, ofereceu-se para mandar alguém acompanhá-la até em casa. Ela sacudiu a cabeça negando companhia.
Respondeu, mais para si mesma do que para a outra, que estava na hora do almoço da irmã, que tinha que ir, que estava tão, tão cansada. Em seguida pagou suas poucas compras, e saiu para o sol da calçada.
Nós ficamos ali, deglutindo a cena através de comentários que só serviam para isso, para diluir aquela entrega involuntária, a visão dolorosa da ferida exposta. Ninguém tinha respostas a dar. Só perguntas , conjecturas e inquietação.
Tivesse eu dado a ela o meu lugar na fila, é quase certo que não haveria ruptura. Sem encontrar obstáculos, ela passaria pela caixa como qualquer outro cliente que compra e paga, sem que nada a distinguisse dos demais. Aqueles gritos, aquela revolta que sequer tentamos acalmar, teriam passado por nós insuspeitados, trancados num corpo de mulher semelhante a tantos. E, no silêncio do supermercado, não seriamos levados a refletir sobre nossa insuficiência frente ao sofrimento alheio.

E tu era iô-iô, e eu era porto seguro

E tu ias sem se quer olhar para trás, e tu voltava como se não tivesse ido. Iô-Iô tu eras, e eu era porto seguro para tu voltar. E tu chegava de mansinho, aos poucos, ia recuperando um espaço que tu sabias que era só teu, e na verdade nem precisava ser recuperado. E com teu toque sereno, desmoronava qualquer barreira que eu tinha posto entre nós. E batia na minha porta ao amanhecer, e eu com rosto amassado ia sem jeito te ver, e aquele era o melhor bom dia que eu podia ter. E teu riso torto me fazia flutuar, teu abraço apertado me fazia perceber, que mais uma vez estava a sua mercê, mas podia ser diferente? será que seria? Eu queria ter forças para te parar, mas a força que eu precisava estava muito além da física, era requisitada na alma pra não te permitir entrar, só que tu tinhas a chave, eu era teu porto, e tu sabias.

Só que me doía, esse teu inquietar, parecia sempre que eu não era suficiente, e mesmo entre juras de amor, você resolvia ir, e eu te deixava partir, deixava porque não era alguém que exigia nada de ninguém, mas sabia que não podia mais continuar com esse pesar, não se pode aceitar migalhas, a gente tem que se amar, e se você resolveu partir, eu não podia mais deixar esse ciclo vicioso continuar.

Então  percebi que não podia ser teu porto, não podia continuar esperando tu ir e voltar, simplesmente aceitar como se não me doesse todas essas tuas idas e vindas, não podia mas ser o lugar onde tu podes se acalentar quando a tempestade chega, o tempo passou e me fez notar que eu não ia mais te esperar, e foi aí que eu fui viver, e não senti mas a necessidade de te cuidar, segui para a vida, e foi nesse momento que tu se viu me perdendo que resolveu deixar de ser iô-iô e resolveu ficar. Mas já era tarde demais, eu não era mais o teu porto seguro, onde agora depois de tantas idas e vindas você desejava ancorar.

 

 

Amor-próprio: Um sentimento pra cultivar

Amor-próprio:  substantivo masculino 1.1 Sentimento de dignidade, estima ou respeito que cada qual tem por si mesmo.

O famoso amor-próprio é citado constantemente por todo mundo, a maioria das pessoas insistem em dizer que o tem, mas será que nós temos mesmo amor-próprio?

Bem, creio que amor-próprio vai muito além do “eu não vou correr atrás de ninguém” ou do orgulho que propagamos diante das várias questões na nossa vida, a gente fica se sentindo a rainha do amor-próprio quando isso acontece, né?

Mas, amor-próprio vem antes de tudo, em nossa auto-aceitação em nos avaliarmos e percebermos quem somos, qual é a nossa história, o que queremos e pretendemos ser e, com isso, nos aceitarmos e lidarmos bem com o fato do “esse sou eu”, quem você é? Você respeita o seu eu?

Ok, não quero dizer que todo mundo vai/deve estar 100% satisfeito consigo mesmo, não. Choque de realidade, né? Mas uma coisinha ou duas, OK. Só que você não pode abandonar o prédio por causa de uma rachadura. A gente tem que aprender a lidar e trabalhar com as nossas fraquezas e limitações (e digo isso interiormente), e imperfeições externas? O que é isso? Quem inventou?

A coisa mais linda é quando você tem auto-confiança e isso, vai além do ser magra-alta-loira-olhoazul (padrão? Que?)

Passei muito tempo pra entender isso, vivia incomodada com o fato de ser magra-aqui no nordeste isso não é tão legal-mas e daí que não é? quem tem que achar bonito ou não? É, acho que euzinha de melo. Hoje, me sinto muito bem com o meu peso-que é genético-e percebo que essa minha confiança e aceitação exala pra outras pessoas. Eu sou linda, sou maravilhosa, sou um mulherão da porra. E você? Quem você é?

Ame suas curvas como elas são , ame seus ossinhos, ame seu cabelo cacheado, crespo, liso ou ondulado, ame seu tom de pele e sua voz. Se ame. Ame e perceba que irão perceber o quão incrível você é! Se liberte dos rótulos, se liberte da pressão que jogam em cima de você e note que a única pessoa que tem que se importar é você!

Pronta (o), pra começar a praticar o amor-próprio?

Ela usa rosa, mas também ama rock and roll

Já dizia o ícone Paul Simonon, do The Clash, “Pink é a verdadeira cor do rock’n roll” e ainda tem gente na década 2000 insistindo em estereótipos quando falamos de música? Principalmente rock and roll…

Sempre escutei comentários esteriotipados, principalmente na fase adolescente. Quem nunca? “Ah, pra gostar de rock só pode usar preto”, “Paga de roqueiro, mas usa rosa?”, “Rosa é cor de mulherzinha” e tantas outras idiotices escutadas!

Primeiro, cor não escolhe e nem define gênero. Segundo, tudo bem você querer usar preto dia e noite e noite e dia, tudo bem você se encher de tatuagens e fumar um beck. Tudo bem você ter alargadores, piercers e não sorri para ninguém. Tudo bem mesmo, é estilo. Mas, roqueiro, em minha opinião se traduz ao simples fato do “me identifico com esse som”.

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O rock é pra ser sentido. E tudo bem você usar verde, amarelo, azul ou rosinha. Tudo bem você ser apaixonada por gossip girl e ainda assim, se amarrar num rock and roll. Tudo bem ser você mesma e assim, romper com esses estereótipos absurdos que tentam impor.

Aliás, grandes astros do rock desfilaram por aí suas roupitchas rosas e não deixaram de ser bons naquilo que fazem: rock.

Quem nunca viu o Mick Jagger, o Eric Clapton, o David Bowie ou o Paul McCartney usando terninho rosa? Até o moço Harry Styles que lançou um álbum vibes Beatles tava aí desfilando charme de rosinha bebê.

Então, está na hora de começarmos a destruir rótulos e passar a ter uma visão mais aberta sobre as pessoas. Por que eu que uso preto 24hrs por dia posso ser um roqueiro, mas minha amiga “barbie” que passa 24hrs de rosa ouvindo Iron Maiden, não?

Ora, faça-me o favor, vocês cagam regras demais na vida.

Wonderful Wonderful- The Killers

Enquanto aqui no Brasil a gente acompanhava o surgimento do ritmo “Ragatanga”, Brandon Flowers e seu trio de parceiros oriundos da famosa Las Vegas dava início lá em 2002 ao grupo The Killers. Emplacando sucessos como “Somebody told me” e “Mr. Brightside”, a banda tinha como inspiração the smiths, Joy Division e New Order.

Wonderful Wonderful é o quinto álbum da banda e foi lançado no dia 22 de setembro (deste mesmo ano dãã), o quinto álbum consegue voltar ao auge dos anos 2000. Com uma sonoridade dançante dos anos 80, Brandon nos mostra que ainda é possível ser tão bom quanto antes.

O sucessor deste álbum foi o Battle born, que dividiu opiniões entre os fãs e deixou muito a desejar. Porém, nos presenteou com faixas como “Here with me” e “Runaways”.

Depois desse quase passo para o buraco negro da existência musical que foi Battle Born, Brandon manda ver e traz aquela atmosfera dançante dos anos 80 e um tom psicodélico em algumas canções.

Wonderful Wonderful é a primeira faixa e nos empolga com aquele ar apocalíptico, usando acordes de guitarras logo de início que conferem a lembrança das bandas de rock clássico.

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Os singles The Man e Run for cover nos traz um som mais pesadinho, embora tenha aquela misturada de batidas que conferem um ritmo dançante que só o The Killers sabe fazer.

Mas é claro que o álbum tem aquelas músicas mais down, porque é necessário sofrer ou pensar em mil fitas olhando pras paredes então “Rut”, “life to come” e “some king of love” estão aí pra isso.

Aliás, queria registrar que para mim a santa trindade deste álbum é “Some King of love”, “The Calling” e “Have All The Songs Been Written?”

Por que? Além de carregarem letras super complexas, a sonoridade é v-i-c-i-a-n-t-e e com certeza eu fiz questão de ouvir umas 30 vezes, só hoje.

Tudo bem, sei que The man e Wonderful Wonderful se tornaram as queridinhas, mas eu queria registrar meu gosto.

Enfim, depois de 5 anos sem lançar álbum o The Killers ressurge como uma fênix e traz o seu velho som de rock com batidas eletrônicas bem new wave e, fazendo jus ao título.

Corre lá no spotify e escuta até umas horas… hahah

 

A arte não tem padrões

Recentemente a exposição do Santander deu o que falar, mas não irei me ater a isso, já vi vários posts por aí á respeito (sei que vocês também). Irei deixar aqui minha breve opinião sobre o que eu penso das artes e da cultura (ambas andam lado a lado), pra que vocês possam tirar suas conclusões à respeito das manifestações artistico-culturais existentes em nosso mundo. Lembrando que é apenas a minha opinião.

Arte seria então, uma produção que significa sensibilidade, um produto da imaginação do artista e sua finalidade seria a contemplação do belo (porém, não só do agradável, do prazeroso).

A cultura por outro lado, seria tudo aquilo que a partir da existência humana, carrega um significado: linguagem, símbolos, valores, comportamentos, “obras de arte” enfim, por aí.

A questão é simples, a partir da expansão do capitalismo criou-se então uma ideologia cultural, onde a cultura virou indústria também. Com isso, a cultura ficou submetida ao “lucro” e daí, as obras de arte viraram meras mercadorias.

Um dos pensamentos que exprimem o que acredito vem da filósofa e professora Marilena Chauí, ela diz:

“A indústria cultural vende cultura. Para vendê-la, deve seduzir e agradar o consumidor. Para seduzi-lo e agradá-lo, não pode chocá-lo, provocá-lo, fazê-lo pensar. Fazê-lo ter informações novas que pertubem, mas deve devolver-lhe, como nova aparência, o que ele já sabe, já viu, já fez”.

Então, para mim, a arte ela pode e deve trazer críticas sociais e ao mesmo tempo, sensibilidade e expressão de emoções.

Aquela arte que não nos provoca, não nos choca, é apenas um produto de lucro e em suma, servirá em prioridade para decorar.

Por isso, creio que arte não deveria se ater a padrões impostos pela indústria, mas sim, ser uma criação que exprime aquilo que quer-se exprimir através do autor; seja isso, chocante ou não.

A ilustração de capa é do artista Pawel Kuczynski que tem diversos quadros (maravilhosos) nesta mesma pegada.

E vocês? O que pensam sobre arte?

Por que se interessar por política?

O Analfabeto Político

“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio dos exploradores do povo”. (Bertolt Brecht)

 

Acordou Maby? Acordei! Sim, por muito tempo eu fui esse “analfabeto político”, adorava abrir a boca para proferir que odiava política e, queria crer, que isso era fruto da minha imaturidade.

Hoje em dia, um pouco mais velha, não perco a oportunidade de entender o cenário político do país. Embora, sinceramente falando, minha neutralidade antigamente se resumia a falta de informação e conhecimento mesmo.

Esse poema acima foi escrito pelo alemão Brecht e, simplesmente, traduz toda a importância do interesse que deveríamos depositar sobre as questões políticas.

É preciso entender que não podemos nos distanciar da realidade do mundo, como se as questões que afligem a sociedade nada tivessem a ver conosco. spoiler: Elas têm.

Ou seja, ao nos omitirmos, geramos uma certa ação social que não será benéfica para ninguém, muito pelo contrário, irá apenas “vendar seus olhos em meio as balas”.

Outro fato muito importante, é não nos deixarmos levar pelas mídias, não aceitar que irão fazer um discurso imparcial pois, muitas vezes, irá ocorrer manipulação de informações e você será apenas mais um alienado pelos interesses de outrém.

Vá em busca de informações; a internet, os livros de história, sociologia e filosofia estão aí pra isso. Leia e absorva! Faça suas conclusões sobre os mais variados assuntos de importância social e debata sobre o que você acredita, lute pela transformação das políticas públicas.

Então, ou você procura tomar consciência dos fatos, ou irão manipular você. Acha mesmo que política não é importante?

Desconstrução do amor romântico

Alma gêmea não existe! Sei que é duro de ler isso. Afinal, você cresceu assistindo contos de fadas, passou a pré-adolescencia vendo comédias românticas e vive enfiada em romances do Sparks ou de qualquer outro autor que conte uma história de amor à la romântico.

Não existe “o cara ou a garota perfeita”, ninguém é perfeito. Não existe essa de metade da laranja ou alguém que te complete porque você se basta e a outra pessoa também se basta.

É egoísmo jogar suas expectativas em cima do outro e querer uma “alma gêmea”, é a mesma coisa que ter uma listinha de “atributos ideais para meu par perfeito” e sair fazendo cheklist. Soa ridículo, não é?

Na verdade a pessoa que você tanto procura, aquela que vai fazer tudo por você e que vai entender todas as suas crises e gostar de todos os seus defeitos e infinitas coisas mais, só existe na sua cabeça.

Na verdade, exigir que alguém seja “o amor da sua vida” é exigir que essa pessoa não tenha vida, que essa pessoa não seja ela mesma. Que seja um reflexo moldado por você.

O que você tem esperado de um relacionamento? Você tem esperado que seja aquela coisa intensa e avassaladora? aquele amor à primeira vista? sem problema algum? então, você tem se iludido. Isso não existe.

“A mulher ou o cara da minha vida” isso é cilada, isso é egoísmo. Apartir do momento que você quer isso, você deseja uma extensão de você mesmo, dos seus desejos e passa a anular a essência de quem está contigo. Se você for a mulher dos sonhos de alguém você simplesmente não vai ser você, vai ser alguém que o outro imaginou. Você entende isso?

É preciso entender que temos defeitos, falhas, limitações e que por isso, ninguém é perfeito. Mas eu sei que todo mundo quer acreditar que em um relacionamento você tem que ser “perfeito” um pro outro, suficiente. A questão é: NÃO EXISTE A PESSOA PERFEITA! A pessoa dos seus sonhos nada mais é do que você mesmo. É preciso perceber que o amor não vem pronto, que você não vai esbarrar em alguém e crau, ela é a pessoa perfeita e felizes para sempre. PARA! Amor é construção…

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A pessoa do seus sonhos é uma idealização, um ser inalcançável que não vai se realizar em nenhuma outra criatura existente. E não entender isso é o que faz com que tenhamos uma vida amorosa cheia de frustrações, a gente fica com aquela ideia doentia de amor hollywoodiano e quebra a cara. Já notou?

E desconstruir essa romantização do amor, não é ser frio. Desconstruir essa ideia é simplismente entender que não podemos depositar toda nossa ânsia de felicidade em cima do outro e perceber que não necessariamente você exclui o romance, mas sim essa “ideia” de romantização exagerada e doentia que foi criada ao longo do tempo. Você não exclui o romance, mas o coloca na sua realidade. Entenda isso, entenda que amor é construção diária e que você e a pessoa que você ama estarão felizes enquanto estiverem dispostos a construir.

Aprender a conviver com “o jeito” do outro é amor.

5 filmes na netflix- Parte 4

Tá vendo, aí? Dando continuidade a tag e ajudando vocês, aquele help maravihoso que todo mundo necessita quando abri a sua conta da netflix. Passar horas procurando filmes? Jamais, né? Maby está aqui pra ajudar vocês. (Ok, parei de me achar)

Os 5 filmes de hoje são “LITERATURA CLÁSSICA”, isso mesmo! Você que é amante de literatura assim como eu, não pode deixar de assistir essas adaptações literárias dos clássicos.

1- Orgulho e Preconceito (e todos os outros da Jane Austen que tem lá, até mesmo o filme da história de vida dela “amor e inocência”): 

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A história de Elizabeth e Sr. Darcy já é bastante conhecida, escrita pela britânica Jane Austen, na netflix você encontra a adaptação sutil e fiel ao livro. Nos entregando uma história de amor que vence o orgulho e o preconceito, entregando também uma personagem feminina forte e sensível.

2- Jane Eyre 

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Adaptação da obra da inglesa Charlotte Brontë conta a história da jovem Jane que teve uma infância triste e agora, aceita um emprego de governanta (professora) e acaba se apaixonando pelo patrão que esconde um temível segredo. A fotografia é ótima e a história envolvente, apesar de não ser tão fiel ao livro.

3- O código da Vinci

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O clássico de Dawn Brown ganha a adaptação cinematográfica que gerou polêmica ao apresentar suas teórias que se opõem ao cristianismo. Conta a história de um famoso simbologista, que foi convocado a comparecer no Museu do Louvre após o assassinato de um curador. A morte deixou uma série de pistas e símbolos estranhos, os quais Langdon precisa decifrar.

4- O morro dos ventos uivantes

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Quem não conhece? A obra de mais uma Brontë, a Emily no caso. Clássico até o topo. Heathcliff é um jovem adotado por uma rica família na Inglaterra. Com o tempo ele nutre uma obsessão por Catherine Earnshaw, sua irmã adotiva. Quando descobre que ela irá se casar, Heathcliff resolve fugir para fazer fortuna, de forma a no futuro retornar e conquistá-la.

5- O jardim Secreto

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O clássico livro infantil da escritora Frances Hodgson Burnett, conta a história de Mary que é uma órfã enviada para morar com o tio em uma mansão cheia de segredos, lá ela conhece um primo doente e um jardim abandonado. Com certeza um clássico para assistir sem piscar.

Ps. Outro clássico disponível na netflix tem resenha aqui no blog “O retrato de Dorian Gray” , do Oscar Wild.

Não é não.

Por muito tempo eu tive receio de dizer “não” as pessoas, pra mim era como se fosse um parto e na verdade meio que ainda é. Hoje em dia, consigo melhor lhe dar com isso, embora ainda me atolo toda só pra ajudar quem precisa. Mas, não é sobre isso que eu quero falar na verdade, eu quero falar sobre aquele “não” que você dá com toda convicção e que não aceitam. É, não aceitam!

Mês passado estive em uma festinha com uns amigos, a maioria casais e eu lá segurando um castiçal, coisas dessa vida… Mas, de qualquer forma, estava me divertindo. Bebendo vodka, dançando muito e flertando com quem me interessava.

Só que, tive uma raiva danada naquela noite, um cara muito chato e que não aceitou o meu não. E desviar de cara babaca é bem difícil. Ficou boa parte da festa me seguindo e querendo me forçar a dançar com ele. Segurava na minha cintura, aparecia por trás de mim e ficava bostejando no meu ouvido e ele queria a todo custo que eu aceitasse. Acabou estragando uma noite que estava sendo muito agradável.

Tudo bem, acho totalmente válido um cara que tem coragem de chamar uma garota pra dançar ou pedir pra conhecê-la melhor, mas não forçar a barra é essencial. Porque não é não. Se ela disse “não”, faz o famoso “segue o baile” e vai se divertir. Deixa-a em paz!

Naquela mesma noite mais outros dois idiotas me irritaram por não aceitar o NÃO. Enquanto um jogou o famoso “fica se fazendo de difícil, aí é lasca” o outro insistiu umas 4 vezes que eu tive que jogar um “eu tenho namorado”, até quando isso?

Será que eles não param pra pensar que talvez, sei lá,  você só não quer mesmo?

Não é não! E não preciso me desculpar por isso, nem muito menos discorrer sobre o porquê. Não faça isso.

Não importa se é porque você tem namorado, se é porque você é lésbica, se você só quer curtir a festa, se você não tá no clima, se você prefere ficar com um alienígena do que com ele… enfim, não importa.

Não é não! E precisam entender isso.

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Parceria: 10% off em toda a lojinha gringa

Oi gente! Tudo bem com vocês?

Isso mesmo, como já viram no título, fiz uma parceira fofinha com a Lojinha gringa Poppy Apparel, ela tem muitas coisas lindas e o melhor frete grátis, né lindo?  E com a nossa parceria tem cupom de 10% off em todo o site para quem usa o código paraisonublado10. Aproveita!!

Eu já comprei na lojinha e adorei a qualidade do produto, foi uma camiseta bem fofinha que eu amei. Achei que apesar de vir do exterior a entrega foi super rápida, quem compra na gringa sabe que tem que ter paciência, mas a demora mesmo foi em Curitiba, ooohhh Curitiba dos nossos pecados, mas fazer o que né a alfândega é demorada mesmo. O tecido é uma delicinha e o tamanho veio perfeito.

Essa foi a camiseta que comprei:
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Quem é apaixonada por café ? rsrsrs “Ok, mas primeiro café” ❤

Bom mas agora vamos a alguns produtinhos da loja:

Aquela coleção feminista ❤

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Lacey Lace

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Então gente vai lá na lojinha e confere tudo direitinho, lembrando que tem frete grátis, e 10% OFF com o código : paraisonublado10.

 

Xeroooooo ❤

Tag : Só uma palavra

Oi gente, e para descontrair, hoje venho com essa TAG fofinha que eu vi no blog Loucos por um estilo, vem conferir, e se divertir também. Vem! ❤

1. Onde está seu celular?
R: carregando
2. Seu parceiro?
R: Futuro
3. Seu cabelo?
R: Bagunçado
4. Sua mãe?
R:Única
5. Seu pai?
R:maravilhoso
6. Seu objeto preferido?
R: Celular
7. Seu sonho da noite passada?
R: Estranho
8. Sua bebida predileta?
R: Suco
9. O carro dos seus sonhos?
R: Meu
10. O lugar onde você está nesse momento?
R: Sala
11. Seu ex?
R: Esquecido
12. Seu medo?
R: Aranhas
13. Oque você deseja ser em 10 anos?
R: Realizada
14. Com quem você passou a noite passada?
R: Sozinha
15. O que você nao é?
R: Falsa
16. O você fez por ultimo?
R: Almocei
17. Oque você está usando?
R: Vestido
18. Livro predileto?
R: Vários
19. A ultima coisa que você comeu?
R: Almoço
20. Sua vida?
R: Confusa
21. Seu humor?
R: Bipolar
22. Seus amigos?
R: Meus
23. Em que você está pensando nesse momento?
R: Dormir
24. Oque você esta fazendo nesse momento?
R: Digitando
25. Seu verão?
R: Quente
26. Oque está passando na sua TV?
R: Desligada
27. Quando você sorriu pela ultima vez?
R: hoje
28. Por que você chorou pela ultima vez?
R: Raiva
29. Faculdade?
R: Concluída
30. O que você esta escutando nesse momento?
R: Stitches
31. Atividade predileta dos finais de semana?
R: Assistir
32. Profissão dos seus sonhos?
R: Escritora
33. Seu computador?
R: Xodó
34. Do lado de fora da sua janela?
R: Venta
35. Cerveja?
R: Beats
36. Comida mexicana?
R: Apimentada
37. Inverno?
R: Amo
38. Religião?
R: Cristã
39. Ferias?
R: Viajar
40. Em cima da sua cama?
R: Livros
41. Amor?
R: Tudo

 

Então gente, que complicado responder só com uma palavra, rsrs, essa tag foi só para descontrair um pouco, espero que gostem.

Xeroooo ❤

Se permita!

E você adormece no meu colo, o sofá de dois lugares não parece tão pequeno agora, parece até que foi feito sob medida para nós, seu suspirar sereno não me deixa olhar nada a não ser você, e é com momentos assim que vivemos, tão clichês, como um simples adormecer. E você me liga todos os dias, com a sua voz rouca e sedutora, sussurrando palavras sensíveis e rindo do que eu acho delas. Você sabe que apesar de achar batido, eu adoro suas ligações matinais só para avisar que ao acordar lembra de mim. Você consegue todos os dias fazer com que eu me apaixone ainda mais pelo seu sorriso frouxo, seu andar lento e despreocupado, como mesmo que tivesse um peso nas costas com as preocupações diárias, você escolhesse ignorar. Me prendo em cada detalhe minúsculo em ti, e parece que vou me perdendo em você, no seu cabelo loiro caindo sobre os seus olhos, e o movimento inconsciente que sempre faz para afastar alguns fios que insistem em ficar. Eu poderia apenas viver sentido seu toque lento e quente sob minha pele, fazendo-a tremer, as vezes penso que você consegue atingir a camada mais profunda que existe em mim. Seu beijo apaixonado e ardente  me faz esquecer tudo que está ao nosso redor, nos levando para outra dimensão. E foi você que me ensinou a se permitir, a cair de cabeça em um sentimento, sem se preocupar com o que pode acontecer, e antes de você eu não sabia o que era sentir, nem se doar para alguém sem pedir nada em troca, e para que pedir se tudo que você me dá já é suficiente. Então continua, apenas deita do meu lado e bagunça meu cabelo, me vence no vídeo game, e rir da minha cara, me sinta, me quebra em pedaços apenas com seu sussurrar e depois me concerta, se permite também, deixa esse compasso  nos levar devagar. Tu sente e eu sinto, e a gente se permite, permite amar, tocar, acalentar. E quando eu me perco só você consegue me encontrar.

 

Botas de Cano Curto ou Cano longo?

Hey pessoas, venho pensando em comprar botas mas ainda não sei muito bem quais escolher, ‘cês’ sabem né, sou geminiana, e nunca consigo escolher uma coisa bem, aí já viu, vou a falência. (rsrs)

Então, também sou apaixonada por saltos e gostaria de ter uma com salto, pensando nisso resolvi fazer uma pesquisa sobre as botas e estilos. E estou super animada para comprar, mas quis vim compartilhar com vocês as que mais gostei, quem sabe alguém  gosta também. E me ajuda a saber qual eu devo escolher entre essas belezuras.

Vamos lá.

Botas Cano Curto ❤

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Botas de Cano Longo ❤

 

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É isso, espero que gostem! ❤ Xerooooo