Resenha da série: The Shannara chronicles

As crônicas de Shannara acabou sendo um achado surpreendente. Primeiro que nós nunca tinhamos ouvido falar, segundo que, os atores não são muito populares (e isso é legal em séries).

Pois bem, resolvemos maratonar no nosso tempo livre juntas, e não é que deu certo, ficamos hipinotizadas.

A netflix disponibiliza a primeira temporada que têm apenas 10 episódios, você super vê em um dia. É a clássica série pra maratonar mesmo. Aliás, a série foi lançada ano passado e já tem a segunda temporada, menos na netflix (infelizmente).

A série é baseada nos livros de Terry Brooks, e é uma série voltada mais para a era medieval. Na verdade, é bem complexada a história.

Entenda!

Sinopse:

A história contada em The Shannara Chronicles se passa milhares de anos no futuro, num momento em que a tecnologia já não existe e em que a prática de magia ressurgiu no mundo e posteriormente desapareceu novamente. Elfos conduzem a sociedade enquanto humanos são considerados uma sub-espécie. Após centenas de anos de paz e calmaria, um exército de demônios ameaça escapar da prisão, conhecida como Ellcrys, uma árvore da morte, e consequentemente promover uma guerra apocalíptica. Três heróis serão responsáveis por embarcar numa perigosa missão para restaurar a ordem nas Quatro Terras e conseguir apoio para vencer os demônios. São eles: Amberle, uma princesa élfica, Will, um híbrido de elfo e humano, e a humana Eretria. (Wikipedia)

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Não é uma série com os melhores efeitos, ou atuações impecáveis, mas ela consegue te prender em todos os episódios e tem uma fotografia muito boa e figurinos incríveis, além do mais é dosada de humor e tensão e os personagens conseguem te cativar. É uma aventura que vale apena acompanhar.

Resenha do filme: 1922

Sinopse: Wilfred James (Thomas Jane), até então um pacato fazendeiro, bola um plano macabro para solucionar o seu problema financeiro. Ele decide assassinar Arlette (Molly Parker), sua mulher. Mas, para conseguir fazer tudo direito, Wilfred precisa convencer Henry (Dylan Schmid), seu filho, a ajudá-lo.

 

Resenha:

Como já falei aqui em outro post o Stephen King é um dos autores mais adptados para o cinema, 1922 obviamente é um conto escrito pelo autor.

Mas esqueça o que eu falei sobre algumas derrapadas na adaptação de A torre negra ou o quão mal eu poderia ter falado de “O nevoeiro” (série baseada na obra do king, ficou uma bela porcaria. Nem me dei ao trabalho de terminar), enfim.

1922 é sem dúvidas um alívio. A história se passa basicamente no campo, com todo aquele cenário de família tradicional dos Estados Unidos, e uma fotografia que por vezes dá um tom melancólico e por outras parece um pouco intimidadora.

O enredo consite em uma história simples, Arlette (Molly Parker) teria herdado as terras do seu pai e queria vendê-las para morar na capital e abrir seu próprio negócio levando sua família junto, em contra partida, seu marido Wilfred (Thomas Jane), não estava disposto à abrir mão das terras e muito menos abandonar a vida no campo, por isso começa a arquitetar um plano para assasinar a esposa.

Colocado o plano em prática com a ajuda do seu filho adolescente Henry (Dylan Schmid), os dois passam a conviver com a culpa ao passar dos anos.

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Esse não é um filme de sustos, suspense ou horror, é mais uma espécie de terror psicólogico. O diretor procurou mostrar a perturbação que acomete Wilfred em pequenos pontos que te deixam angustiado; os ratos, a goteira, a casa que se acaba aos poucos, o filho fugitivo-ladrão-morto e a solidão que lhe ronda tortuosamente.

Wilfred sai de um homem calculista para o assasino pertubado em uma rápida escala, o fazendeiro passa a ser tão desprezível que você reza para que alguma doença o acometa e o leve. Thomas fez um ótimo trabalho de atuação.

A presença da esposa de Wilfred em algumas cenas no porão servem para desconstruir a sanidade mental do fazendeiro, e por outro lado você se questiona: isso é real? ou é ilusório? Bom, a questão é que serviu como um elemento de impotência e angústia.

1922 obviamente não chega aos pés de It-a coisa, porém foi a segunda melhor adaptação do King que consegui ver esse ano, é uma história simples e ainda assim, cheia de metáforas e momentos de reflexão e descrença  do homem com o próprio homem.

 

Resenha do filme: Em ritmo de fuga

 

Ou Baby driver? Título original do filme.

Comecei e parei esse post umas 4 vezes, por que? Bom, esse filme é aquele tipo de filme que começa bem, derrapa no meio e dá uma melhoradinha no fim.

Mas, vou dar um desconto, vamos conhecer um pouco dessa história.

A história de Baby (Ansel Elgort) é meio devastadora, sim isso mesmo B-A-B-Y.

O garoto perdeu os pais em um acidente de carro, aparentemente o pai era um babaca e sua mãe vivia sofrendo na mão do babaca, mas enfim… A mãe era cantora nas horas vagas, o que fez com que Baby ganhasse um certo apresso por música e ele também tem na música a ajuda necessária para pôr fim ao zumbido na sua orelha, zumbido esse que ganhou após o acidente.

Aliás, Baby acaba se tornando um motorista do crime (piloto de fuga) e isso sempre acompanhado de boa música, acho que a música salva o filme mais que qualquer coisa.

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Na verdade, a música salva todos nós de qualquer coisa, né? Spotify, last. fm e deezer, tão tudo aí pra isso. Foi uma ótima estratégia o uso das batidas intercalando com as ações.

O filme começa benzaço, com toda aquela adrenalina das corridas de carro contra a polícia  (só lembrei de quando eu jogava GTA e não sabia dos códigos, velhos tempos), depois o filme vai ficando meio digamos, entendiante.

O ritmo diminiu o que é um disparate contra o tema, né? A gente quer mais é que a coisa seja veloz pra fazer jus.

Mas, o trabalho de montagem foi bem feito. Aliás, as cenas de corrida ficaram bem mais reais, sem muito exagero e efeitos que dão na cara.

E, o que falar do romance do Baby com a Debbora? Isso sim foi rápido hahaha, mas tá bom, foi fofo (embora eu quisesse menos romance e mais ação).

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Lá no fimzinho tem uma treta doentia entre Baby e um dos bandidos (o bandido que é doentio), mas a treta foi legal e o baby ter colocado a última operação por água abaixo, também foi legal. O que quase salvou o fim e Baby teve o fim merecido, com direito a que tenhamos peninha dele, aliás o Ansel (crush supremo dos chorosos de A culpa é das estrelas) até que atuou bem, fez o papel direitinho, o problema ali foi mais no enredo e um pouco na direção.

Uma pena, mas se você não tiver problema com filmes que derrapam no meio e tipo, demoram um pouco a se alinhar, vai na fé. Também não é esse monstro todo que eu crio, é que eu sou meio desesperada por ação. Sorry.

 

 

Resenha do filme: Homem-Aranha de volta ao lar

Sinopse: Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre surge amedrontando a cidade. O problema é que a tarefa não será tão fácil como ele imaginava.

Data de lançamento: 6 de julho de 2017 (Brasil)
Direção: Jon Watts
Resenha do filme: 

Se esse não é o melhor filme do homem-aranha, eu não sei qual é.

Assisti ao filme ontem à noite despretensiosamente e me chamou atenção o fato de que o filme é realmente sobre o Peter Parker, todinho dele. Enganou-se quem, ao assistir o trailer pensou que o Tony Stark roubaria as cenas, o Homem de ferro aparece só como uma espécie de mentor do Peter e às vezes dando uma de tio Ben, mas isso durava pouco menos de 5 minutos.

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Acredito que o fator principal desse novo filme do aranha, é a inocência. O Tom Holland (homem-aranha), atuou de forma magistral e o fato de ser um adolescente trouxe para o filme uma atmosfera de erros e acertos em uma mesma frequência, que faz com que você seja cativado pelo personagem e tome a sua história pra si.

O tom desse filme é : o humor.

Sério, perdi as contas de quantas vezes dei gargalhadas durante a exibição do filme.

O vilão aqui, aparece como um cara que tem família e tudo mais, e que não é apenas um humano-monstro-louco que quer destruir o mundo, pelo menos pareceu mais real.

Destaque também para o amigo ned (Jacob Batalon) do Peter, ele é aquele amigo eufórico, também quem não seria se descobrisse ser o amigo do homem-aranha? Ned então enche o Peter de perguntas à todo momento, que por vezes faz com que você caia na risada ou entenda mais sobre a origem do homem-aranha e tudo mais.

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Ah, salve para a mocinha que aparece no filme e não precisa necessariamente do Peter salvando-a “a mocinha indefesa”, na verdade, tãm tãm tãm (spoiler) o pai da mocinha é o próprio vilão. Ah, e tem a Michelle, né?  Vez ou outra aparecia no filme e soltava uma piadinha, deixaram lá no finalzinho um gancho interessante. Seria a Michelle a nova Mary Jane? Só o futuro dirá.

Em todo o caso, Homem-Aranha de volta ao lar é  aquele filme tranquilo com toda essa história de filme sobre o Peter mesmo, um filme dele. Não é só sobre o herói, mas sobre a pessoa por trás da máscara.

E lá está ele, de volta ao lar totalmente relaxado e fazendo você relaxar junto.

Resenha do filme: A torre negra

Sinopse: O pistoleiro Roland Deschain percorre o mundo em busca da famosa Torre Negra, prédio mágico que está prestes a desaparecer. Essa busca envolve uma intensa perseguição ao poderoso Homem de Preto, passagens entre tempos diferentes, encontros intensos e confusões entre o real e o imaginário. Baseado na obra literária homônima de Stephen King.

Data de lançamento:24 de agosto de 2017 (1hr e 35 min)

Gênero: Ficção, fantasia, aventura.

Direção: Nikolaj Arcel
Elenco: Idris Elba, Matthew McConaughey, Tom Taylor (IV) e mais.

Nacionalidade: EUA

Resenha crítica: 

Stephen King é o mestre do horror, e um dos autores mais adaptados do cinema. A sua franquia literária de maior sucesso demorou 30 anos pra chegar as telonas, mas será que valeu apena?

A torre negra é um filme cheio de clichês da ficção juvenil, você assiste ao filme e sente como se estivesse tendo um dejavu.

Ele conta a história de um garoto que vive em NY e começa a ter sonhos estranhos (visões), a apresentação do mundo paralelo ao nosso se baseia de início a essas visões, ele vê um pistoleiro (Idris Elba) e o homem de preto (Matthew McConaughey) em um outro mundo, o mundo médio. E vê a torre negra cair e os mundos (inclusive o seu) que estão sobre a proteção da torre, vão a baixo.

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É irremediável a sensação de “ei, parece com aquele filme lá”, apesar de que a obra de King é aclamada por anos, e que, segundo os fãs, traz um universo complexo e que, só lendo você consegue captar toda a magia que apenas Stephen King consegue fazer, sem tornar a história categórica.

O filme não é de todo o mal para quem não leu a saga (eu, por exemplo), temos clássicas cenas de combate e junto à isso os tirroteios, balas voando pra todo lado, cacos de vidro e tudo o que há em filmes de ação.

Os atores não são dos mais cativantes, a não ser o Elba que consegue transmitir o tom sutil do seu coração corrompido pela dor, pela mágoa e o desejo de vingança. O mundo médio pouco foi explorado, o que eu achei estranho, no mínimo. Uma obra que transcende o tempo e o espaço, e adptada de forma muito pluralista. É, tenho que bater na tecla de novo, nada muito novo vem pra nós. Uma pena.

Darei pontos positivos para a fotografia do filme e para o fato de terem colocado algumas passagens que sei que tem na obra, o credo do pistoleiro por exemplo. Ficou muito tocante, sensível.

Em todo caso, é um filme que não cativa por inteiro, mas não é o pior filme já produzido, muito pelo contrário, existe alí um esforço. Vale apena, sim.

 

Stranger Things 2

Que Stranger Things foi um presente em 2016 aos assinantes da plataforma de streaming Netflix, isso é sem dúvidas incontestável.

Tem Fliperama, viu?

Um ano depois, a segunda temporada dá as caras, e claro, o saudosismo aos anos 80 nos acentuou de volta a pequena cidade de Hawkins junto aos personagens tão marcantes. Em especial, as crianças.

A cultura pop dos anos 80 que fez da série uma carta de amor à nostalgia, está lá. Presente. E você pode voltar a brincar de ser criança novamente.

Crianças aventureiras e bicicletas? Vibes ET do Steven Spielberg ! sz 

Stranger Things 2 mostra de cara que amadureceu, volta e meia nos leva a entender o que aconteceu com a Eleven-gancho deixado na primeira temporada- e como o Will junto aos outros personagens estão se habituando após os acontecimentos “sobrenaturais” do ano anterior.

Se, na primeira temporada o show de atuação foi entregue pela Millie Bobby Brown (Eleven), agora nós temos que dá um destaque ENORME ao Noah Schnapp (Will).

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Will que, na primeira temporada ficou perdido lá no mundo invertido, agora sofre os danos causados pelo lugar, uma coisa meio “cemitério maldito”, sabe? Os mortos voltam, porém não mais como antes.

Passei a série toda com muita dó do Will e isso, graças a sua ótima interpretação. A Joyce (Winona Ryder) ainda como a mãe super-protetora, passa a ganhar mais destaque e parte mais pra ação, o que falar dela, né? Sempre esperta. Sempre.

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Winona Ryder é um ícone de atriz.

Stranger Things continua com o mesmo formato, temos a formação de vários grupinhos que fazem algo ali e aqui e no fim, estão todos lutando (e ajudando) pra pôr fim a mesma coisa. Só que, dessa vez, ousaram mais um pouquinho nessa parte 2. Personagens novos chegaram e os antigos ganharam tanta autonomia que, se misturaram. Dustin e Steve por exemplo, não se imaginava essa dupla e lá está ela. Divertidíssima.

Falando em autonomia, a Eleven ganhou tanta mais tanta que ela mesma foi atrás da sua história. Como sempre, a Millie sendo uma atriz incrível. E aquele momento girl power maravilhoso.

Aliás, grande destaque pra essa história que coloca as garotas não como “mocinhas indefesas”, mas com muita audácia e autonomia. Eleven, Max, Nancy…

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Outro fato em evidência é a puberdade chegando, por isso já estão com a boca um pouquinho suja e as emoções em conflito. Mike e Eleven que o diga, ele sente falta da Eleven e vice-versa. E Dustin e Lucas disputando a atenção da novata Max.

Spoiler: Gostaria de ressalvar o fato “Nacy e Jonathan” são um casal forçado. Okay, Steve é meio babaca, mas ele é ser humano. Forçaram a barra pra esse romance nessa temporada. Achei desnecessário.

Stranger Things 2 vem cheia de suspense, um pouquinho de terror e ainda assim, doses de gargalhadas. A trilha sonora que é uma marca registrada da série continua impecável e, as referências a outros filmes de destaque dos anos 80 fazem da série um prato cheio, sem qualquer ausência.

Os episódios são completos, sem muita enrolação para esclarecer fatos ou introdução de momentos sem interesse, e esse eu diria que é um dos pontos principais pra sua ótima aceitação. Você assiste num piscar de olhos, e entende o que deve ser entendido por hora.

E essas crianças fantasiadas de Caça-fantasmas? referências mon amour!

Eu poderia ficar falando por horas sobre o quanto a série é maravilhosa em termos de roteiro, fotografia, personagens/atuações e tudo mais, porém as coisas do agora me chamam.

À todos aqueles que, assim como eu, tiveram medo de que estragassem a primeira temporada, vai na fé. A segunda é tão boa quanto. Hahahaha

 

 

Resenha do filme: O filme da minha vida

Sinopse: O jovem Tony decide retornar a Remanso, Serra Gaúcha, sua cidade natal. Ao chegar, ele descobre que Nicolas, seu pai, voltou para França alegando sentir falta dos amigos e do país de origem. Tony acaba tornando-se professor e vê-se em meio aos conflitos e inexperiencias juvenis.

Data de lançamento 3 de agosto de 2017 (1h 53min)
Direção: Selton Mello
Elenco: Johnny Massaro, Vincent Cassel, Bruna Linzmeyer mais
Gênero: Drama
Nacionalidade: Brasil

 

 

Resenha:

Acabei de assistir e estou naquele estupor, puro êxtase. Fazia era tempo que eu não conseguia essa sensação ao assistir algum filme.

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Selton Mello saiu da tv faz alguns anos, dedicando-se ao cinema e em O filme da minha vida, ele além de atuar é diretor também.

A sutileza lírica que o filme carrega é o que nos transporta. Além do mais, o ator/diretor brinca com os paralelos de brutalidade e fantasia e consegue trazer um ar de melancolia que se transfigura em tons escuros na fotografia, os aspectos vintage das roupas de época, a partida do pai para França e o quanto isso aflinge o protagonista e aquele tom sulista dos anos 60…

O charme sonhador que Tony Terranova (Johnny Massaro), professor em uma escolinha emite em contra posto com seu amigo Paco (Selton Mello) que é totalmente rude e pé no chão, faz com que vejamos ambiguidades e  passemos a entender esses lados tão opostos.

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A sonoridade é maravilhosa. As músicas são colocadas em um plano de fundo que por vezes dá vida as cenas sem diálogo, são canções que vão desde a jovem guarda até os clássicos da música francesa, o que dá um certo charme e ajuda a entender melhor a melancolia que ronda Tony e a ausência causada por seu pai.

O filme ainda conta com outros nomes de peso, como Bruna Linzmeyer que tem aquele par de olhos azuis e uma beleza exótica dando graciosidade à personagem, ainda que atuando de maneira mais contida. Sua irmã ganha vida pela atriz Bia Arantes, que apesar de quase não ter espaço no filme surpreende lá pelo fim.

Mas, o show mesmo fica por conta do Massaro, ele parece declamar poemas ao falar e sua paixão por cinema é um encanto à parte. Passa-se até uma leve impressão que ele é um ator francês. Selton Mello aparece de forma meio caricata, seu personagem tem um tom de voz imponente e tenta emitir diálogos poéticos ou filosóficos, porém as vezes não soa natural. Uma pena que, apesar do filme ser tão bem dirigido, de ter uma fotografia maravilhosa, trilha e atores realmente bons. O filme da minha vida não é necessariamente o filme da minha vida, o pecado está no enredo. Volta e meia parece apenas uma novela da Globo e isso incomoda, porém não tanto.

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Se você é apaixonado por poética e um drama. O filme da minha vida pode ser o filme da sua vida. Que tal?

 

 

Dia do professor: 3 filmes

Hoje é 15 de outubro e comemora-se o dia do professor, como sou professora e sei o quão importante é o papel do professor na sociedade e o desafio que é ser um professor do século XXI. Decidi trazer 3 filmes com professores que inspiram, para lembrarmos sempre o papel do professor e sua importância. Feliz dia 15 a todos os professores.

1- Sociedade dos poetas mortos 

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O novo professor de Inglês John Keating é introduzido a uma escola preparatória de meninos que é conhecida por suas antigas tradições e alto padrão. Ele usa métodos pouco ortodoxos para atingir seus alunos, que enfrentam enormes pressões de seus pais e da escola. Com a ajuda de Keating, os alunos Neil Perry, Todd Anderson e outros aprendem como não serem tão tímidos, seguir seus sonhos e aproveitar cada dia.

2- Escritores da liberdade

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Em Los Angeles, uma dedicada professora de uma escola dividida por raças ensina uma turma de alunos adolescentes que apresenta problemas de aprendizagem. Ela tenta inspirá-los a acreditarem em si mesmos e a atingirem o sucesso, pois estão prestes a serem reprovados.

3- Preciosa (uma história de esperança)

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Grávida de seu próprio pai pela segunda vez, Claireece “Preciosa” Jones de 16 anos, não sabe ler nem escrever e sofre abuso constante nas mãos de sua mãe. Instintivamente, Preciosa vê uma chance de mudar de vida quando ela tem a oportunidade de ser transferida para uma escola alternativa. Sob a orientação firme e paciente de sua nova professora, Sra. Rain, Preciosa começa a viagem da opressão para autodeterminação.

Carpe Diem! ❤

Resenha do filme: O lado bom da vida

Data de lançamento: 1 de fevereiro de 2013 (2h 02min)
Direção:David O. Russell
Elenco:Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Robert De Niromais
GêneroComédia dramática
Nacionalidade:EUA
Sinopse:  Pat Solitano Jr. (Bradley Cooper) perdeu quase tudo na vida: sua casa, o emprego e o casamento. Depois de passar um tempo internado em um sanatório, ele acaba saindo de lá para voltar a morar com os pais. Decidido a reconstruir sua vida, ele acredita ser possível passar por cima de todos os problemas do passado recente e até reconquistar a ex-esposa. Embora seu temperamento ainda inspire cuidados, um casal amigo o convida para jantar e nesta noite ele conhece Tiffany (Jennifer Lawrence), uma mulher também problemática que poderá provocar mudanças significativas em seus planos futuros.
Resenha:

Baseado no livro do Matthew Quick e tendo indicações ao Oscar, teve estréia lá em 2013 e eu só assisti ontem. Estava lá, na lista faz décadas e eu procastinando, mas em todo caso assisti e me perguntei “Por que raios demorei tanto?” 

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O filme é um drama que conta a história de Pat (Bradley Cooper), um ex professor substituto de história que foi internado em um hospital psiquiátrico após um surto doentio de bipolaridade ao encarar sua esposa o traindo.

O filme começa então com a mãe do Pat “Dolores” ficando aos cuidados dele ao passo que ele está sendo liberado da clínica. Pat, por sua vez, está destinado a recuperar sua esposa Nikke e mostra-lá que está bem e que mudou.

Lá vai ele ler os livros que Nikke passa para seus alunos, pois não entende como sua ex mulher, que também é professora, passe livros com finais tão infelizes, ele está totalmente certo de que existem finais felizes e seu novo lema é “excelsior.”

Pat acaba conhecendo sua vizinha Tiffany (Jennifer Lawrence) uma mulher rude, recentemente viúva e ex ninfomaníaca em recuperação. Ambos acabam fazendo um trato, Tiffany o ajudaria a recuperar sua esposa e ele participaria de um concurso de dança com ela.

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No meio disso tudo, a gente percebe que o lado bom da vida é um filme cheio de nuances corriqueiras. Os acontecimentos são rápidos, as reações contidas e ainda assim, nós encaramos um núcleo familiar disfuncional. O Robert DeNiro atuando como o pai supersticioso e obssevivo, maravilhosamente. Até mesmo, conhecemos outro nucleo familiar caótico; o amigo do Pat que está deixando o casamento ir de mal a pior. E, percebemos, ainda assim como a vida pode ter um lado bom, isso se dá em especial ao momento em que Pat se reconhece na loucura da Tiffany ou quando seu pai se abre pra ele, dizendo o quanto se arrepende por não ter passado tempo suficiente com ele na infância. E notamos que a vida sinceramente não precisa ser perfeita até porque ela não é e nunca vai ser, mas sempre haverá um lado bom. Um lado, não todos.

O que falar da trilha sonora? Led zeppelin, Stevie Wonder, White Stripes embalam várias cenas e trazem uma ótima sensação, citações como Metallica e Megadeth também rondam o filme.

Ah, li por aí que o Matthew Quick (ex-professor) decidiu escrever “O lado bom da vida” após a mãe de um aluno ligar para ele preocupada com o conteúdo trágico e infeliz dos livros clássicos de literatura norte-americana. O que nos leva a uma cena muito interessante no filme, Pat decide ler o romance que sua ex mulher considera “o maior romance já escrito” , adeus as armas de Ernst Hemingway o que causa até uma cena engraçada ao ver a reação do Pat que acredita piamente em finais felizes e se depara com um trágico fim no romance.

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Mas, nem tudo é tão dramático e melancólico assim, o Clímax fica lá pelo fim com o concurso de dança e a reação com a nota que eles tiraram (cômico? Sim, muito) e claro, “a sua loucura parece um pouco com a minha” já dizia Clarice Falcão ou como diria minha mãe “um louco reconhece outro”, e lá está o climax em puro êxtase para nos sentirmos agraciados com tanta sensibilidade. Enfim, é um filme que vale apena assistir.

5 filmes na netflix- Parte 4

Tá vendo, aí? Dando continuidade a tag e ajudando vocês, aquele help maravihoso que todo mundo necessita quando abri a sua conta da netflix. Passar horas procurando filmes? Jamais, né? Maby está aqui pra ajudar vocês. (Ok, parei de me achar)

Os 5 filmes de hoje são “LITERATURA CLÁSSICA”, isso mesmo! Você que é amante de literatura assim como eu, não pode deixar de assistir essas adaptações literárias dos clássicos.

1- Orgulho e Preconceito (e todos os outros da Jane Austen que tem lá, até mesmo o filme da história de vida dela “amor e inocência”): 

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A história de Elizabeth e Sr. Darcy já é bastante conhecida, escrita pela britânica Jane Austen, na netflix você encontra a adaptação sutil e fiel ao livro. Nos entregando uma história de amor que vence o orgulho e o preconceito, entregando também uma personagem feminina forte e sensível.

2- Jane Eyre 

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Adaptação da obra da inglesa Charlotte Brontë conta a história da jovem Jane que teve uma infância triste e agora, aceita um emprego de governanta (professora) e acaba se apaixonando pelo patrão que esconde um temível segredo. A fotografia é ótima e a história envolvente, apesar de não ser tão fiel ao livro.

3- O código da Vinci

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O clássico de Dawn Brown ganha a adaptação cinematográfica que gerou polêmica ao apresentar suas teórias que se opõem ao cristianismo. Conta a história de um famoso simbologista, que foi convocado a comparecer no Museu do Louvre após o assassinato de um curador. A morte deixou uma série de pistas e símbolos estranhos, os quais Langdon precisa decifrar.

4- O morro dos ventos uivantes

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Quem não conhece? A obra de mais uma Brontë, a Emily no caso. Clássico até o topo. Heathcliff é um jovem adotado por uma rica família na Inglaterra. Com o tempo ele nutre uma obsessão por Catherine Earnshaw, sua irmã adotiva. Quando descobre que ela irá se casar, Heathcliff resolve fugir para fazer fortuna, de forma a no futuro retornar e conquistá-la.

5- O jardim Secreto

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O clássico livro infantil da escritora Frances Hodgson Burnett, conta a história de Mary que é uma órfã enviada para morar com o tio em uma mansão cheia de segredos, lá ela conhece um primo doente e um jardim abandonado. Com certeza um clássico para assistir sem piscar.

Ps. Outro clássico disponível na netflix tem resenha aqui no blog “O retrato de Dorian Gray” , do Oscar Wild.

Resenha do filme: O mínimo para viver

Data de lançamento14 de julho de 2017 na Netflix (1h 47min)
Direção: Marti Noxon
Elenco: Lily Collins,Keanu Reeves, Carrie Preston e mais.
GêneroDrama
Sinopse: Uma jovem (Lily Collins) está lidando com um problema que afeta muitos jovens no mundo: a anorexia. Sem perspectivas de se livrar da doença e ter uma vida feliz e saudável, a moça passa os dias sem esperança. Porém, quando ela encontra um médico (Keanu Reeves) não convencional que a desafia a enfrentar sua condição e abraçar a vida, tudo pode mudar.
Resenha: 

Filme original da netflix, um drama totalmente impactante. Somos levados a conhecer a história da jovem Ellen interpretada pela Lily Collins que se entrega ao papel de forma satisfatória.

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Ellen sofre de um distúrbio alimentar, precisa vencer a anorexia e junto com ela conhecemos a história de outros jovens que sofrem basicamente do mesmo problema. Além disso, Ellen ainda vive com uma estrutura familiar caótica e podemos acompanhar os conflitos existentes na família e os gerados pela preocupação com a Ellen ao longo do filme, mostrando também como a doença da Ellen afeta as pessoas ao seu redor e como lidam com isso.

O filme não se atém a discutir os padrões impostos pela mídia, sociedade, revistas etc etc e sim, jogar de cara uma protagonista que sofre com a doença mas acredita estar bem, acredita que tem tudo sob controle. A ilusão…

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Assim como várias outras produções assinadas pela Netflix, como por exemplo: Okja e 13 reasons why, o mínimo para viver é mais um filme didático e cru, fazendo jus ao realismo do tema abordado e com certeza abrindo espaço para a discussão de um assunto polêmico, sendo até um ótimo relato para se trabalhar nas escolas.

Ellen passa a frequentar um tratamento numa espécie de “casa de repouso” e apartir daí que conhecemos os outros jovens e suas tramas detalhadas, como a menina que vomita após a refeição em um saquinho e esconde embaixo da cama, gente que ao invés de andar prefere correr para perder calorias e contrabando de laxantes. É frustrante ver a Ellen comendo (mal comendo, na verdade), ela coloca a comida na boca e no instante seguinte cospe no guardanapo. Outra questão muito interessante nesse filme é a “romantização do problema na internet”, Ellen tinha um tumblr no qual postava seus desenhos mostrando seus desejos e medos, uma menina anoréxica cometeu suicídio e escreveu uma carta citando a Ellen dizendo que seu trabalho a inspirou. Estamos cansados de ver pessoas romantizando questões que deveriam ser repudiadas. Romantizam suicídio, relacionamentos abusivos, anorexia e tantas coisas mais… Ser uma sad girl é um ícone tumblr, não é mesmo? Infelizmente o filme não se atém a discutir isso, porém levantar a pauta foi um passo muito certeiro.

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O final do filme deixou muitas pessoas frustradas, mas para mim, foi o melhor final que poderíamos ter tido. Uma história que se deixou em branco, afinal foi justo, não sabemos se Ellen conseguirá ou não se libertar da doença e sabemos muito bem que na realidade, nem sempre temos bons finais, a mensagem de conscientização que foi passada é o foco principal e isso, não deixou a desejar.

5 filmes na netflix- Parte 3

Olha, só! Quem é vivo sempre aparece, né? Mil séculos depois “o retorno da tag”, ok. Já disse que sou péssima pra dar continuidade a coisas que começo. Sorry. (mas já estou criando a parte 4, rá!)

Vamos lá, mais 5 filmes legais pra se ver na netflix e como sempre, fico na torcida pra que gostem e me contem aqui.

1- Na natureza selvagem

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Já perdi as contas de quantas vezes assisti esse filme, pra você ver como é bom. Baseado no livro de Jon Krakauer (que é baseado em uma história real), conta a história de um jovem que tinha tudo pra seguir uma carreira de prestígio e ao invés disso, resolve doar todo seu dinheiro pra caridade, livrar-se dos seus pertences  (inclusive seu carro) e viajar pelo Alasca, numa busca existencial e reflexiva. Ah, a trilha sonora é feita pelo meu querido Eddie Vedder, então né…

2- Até o último homem

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Essa já foi uma indicação que eu recebi (uma não, na verdade 4) então, fui conferir. O cenário é a segunda guerra mundial, então já me conquistou por aí. A gente conhece um jovem médico que vai à guerra ajudar, mas com a condição de não pegar em arma alguma. Ainda trazendo reflexões de cunho religioso já que o jovem é temente a Deus, nos faz se questionar por vários momentos.

3- Okja

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Aquele filme que explora as relações de amizade entre uma pessoa e seu animal de estimação, me identifiquei muito. Senti golpes? Muito. Mas, o filme é mais que isso, consegue desorientar o espectador com reflexões a cerca do capitalismo e impacta de forma crua. Vale muito muito apena.

4- Versos de um crime

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Daniel Radcliffe sai do famoso Harry Potter encarando papéis ousados ao longo da carreira, em Versos de um crime o ator dá vida a um poeta que tem um discurso libertário e o mais legal que o filme tem ligação com outro (maravilhoso, porém não tem na netflix) “Na estrada”. Além de tudo, temos um protagonista homossexual. O filme mostra um pouco da juventude de escritores que se tornaram ícone pós segunda guerra mundial.

5-  Faroeste Caboclo

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Já manjaram, né? Sim, o filme está no catálogo da netflix e conta a história desenvolvida através da canção do cantor e compositor Renato Russo, que tem o mesmo título. Então, vale a pena conferir essa história de amor que não é literalmente igual a canção, mas leva a mesma essência e consegue capturar sua atenção do início ao fim. Nos presenteando com esse clássico do rock nas telonas.

 

Resenha do filme: Death note

Data de lançamento: 25 de agosto de 2017 na Netflix (1h 41min)
Direção: Adam Wingard
Elenco: Nat Wolff, Margaret Qualley, Lakeith Stanfield mais
Gêneros: Suspense, Terror, Fantasia
Nacionalidade: EUA
 
Sinopse: Seattle, Estados Unidos. Light Turner (Nat Wolff) é um estudante brilhante que, um dia, encontra um caderno que repentinamente cai do céu. Trata-se do Death Note, que permite ao seu portador matar qualquer pessoa que conheça a partir da mera anotação do nome do alvo numa de suas páginas. Sob a influência de Ruyk (Willem Dafoe), o dono do caderno, Light passa a usá-lo para eliminar criminosos e pessoas que escaparam da justiça. A súbita onda de assassinatos faz com que ele seja endeusado por muitos, que o apelidaram de Kira, mas também atrai a atenção de um enigmático e também brilhante detetive, chamado L (Lakeith Stanfield).
Resenha:

De um tempo pra cá a industria cinematográfica tem se empenhado em centenas e centenas de readptacões e sequências das mais diversas histórias ovacionadas pelo público-alvo ao longo do tempo, o problema de tudo isso é que tem-se aumentado o número de produções totalmente descartáveis por deixar de lado a essência e tentar moldar-se em suma irrelevância a obra original.
É o caso de Death note, pra quem assistiu ao anime o filme consegue ser um total desperdício de tempo fazendo os olhos sangrarem (sendo realista), a história que deveria ser voltada para um senso de justiça e uma reflexão acerca disso, volta-se para um certo desespero em aventura/ação e aí já deixamos então de lado a premissa principal do anime.
Outro fato desnecessário foi a transmissão de culpa do Light (representado muito mal) para a sua namorada Mia, pobre-light-indefeso… O L nos é apresentado de maneira estúpida, ao invés de ser o personagem com base de conceito moral e de justiça e claro, bem centrado. Ele passa a descontrolar-se facilmente e às vezes parece estar tendo uma crise psicótica, o deixaram totalmente pequeno em relação ao anime.
O que falar da versão do Ryuk? O deus da morte é caracterizado de uma forma um tanto bizarra, conferindo a ideia de que jamais-never-nunquinha ele poderia de fato existir, além do mais o personagem é mostrado apenas como um incentivador de crimes, deixando de lado a posição neutra que ele ocupava no anime e que por vezes nos fazia perceber a fascinação dele quanto as decisões/atitudes humanas.

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Com uma direção de arte duvidosa, personagens que fogem totalmente da versão original e com algumas incoerências e clichês já esperados, Death note consegue de longe ser uma adptação desprezível até pra quem não chegou a ver o anime.

Ps. E a trilha sonora bizarra e colocada em momentos nada a ver?

 

Resenha do filme: Antes que eu vá

Data de lançamento: 18 de maio de 2017 (1h 38min)
Direção: Ry Russo-Young
Elenco: Zoey Deutch, Halston Sage, Elena Kampouris mais
Gêneros: Drama, Suspense
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Samantha Kingston (Zoey Deutch) é uma jovem que tem tudo o que uma jovem pode desejar da vida.. No entanto, essa vida perfeita chega a um final abrupto e repentino no dia 12 de fevereiro, um dia que seria um dia como outro qualquer se não fosse o dia de sua morte. Porém, segundos antes de realmente morrer, ela terá a oportunidade de mudar a sua última semana e, talvez, o seu destino.
Resenha:

Antes que eu vá é mais um desses filmes adolescente baseados em livros e que entregam o roteiro logo de cara, apesar de ter potencial pra destacar-se e trazer questões relevantes na sociedade, porém infelizmente peca na superficialidade dos fatos.
Ao assistir lembrei muito do filme “Se eu ficar”, essa premissa da morte versus vida e do quanto perdemos tempo com coisas fúteis, clichê? Sim, muito.

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Samantha é uma garota popular, rodeada de amigas, namora o cara popular e de uma classe social com ótima aquisição econômica, porém ela é aquela personagem blasé de sempre que não trata bem os pais, despreza o “carinha legal”, comete bullying e dá valor as coisas fúteis. Tudo muito muito blasé mesmo.
Após sofrer um acidente que leva a sua morte, Samantha passa a reviver o fatídico dia várias e várias vezes até aprender a lição? sim, nem é spoiler.
Até lá Sam passa a visitar as mais possíveis decisões “meto o loco?” ou “fico boazinha sempre?” e o filme vai se arrastando por aí, entre uma cochilada e outra você vê que o filme poderia explorar coisas bem mais interessantes e ao invés disso se mantiveram na zona de conforto.
Apesar de tratar sobre bullying, suicídio, a iminência da primeira vez e vários outros conflitos dos momentos de high school (já datados em praticamente todos os filmes colegiais existentes), a ideia de reflexão que o filme tenta explorar não é ruim.

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O problema de todo o filme é que ele se rende a centenas de clichês e assim se entrega ao óbvio, sem dar ao telespectador qualquer chance de surpresa.
Em contrapartida, lá pelo final você pode acompanhar uma mensagem quase didática e posso dar créditos a atuação da Zoye também que dá um certo charme a personagem e sensibilidade.
Em todo caso, render-se a clichês que tentam engatar lições de vida nunca é de todo mal.

 

Season finale GOT- melhores memes

“Às vezes no silêncio da noite eu fico imaginando como vou sobreviver até 2019”

O inverno se foi para nós e todo mundo já tá meio tristonho, né?  Ontem a HBO reproduziu o último episódio de uma série de 7 e deixou muito bafão solto no ar e claro, simultaneamente aos acontecimentos a galera do twitter não perdia a chance de fazer uma piadinha básica (esse povo foi treinado pelo flash, só pode) dei vários RT e agora irei compartilha-los com vocês, bora lá ver os melhores tt da noite de ontem.

 

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“Ontem também teve Game of Views e todo mundo meio que virou o Luan Santana”

 

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“Maby a atrasada, filha dos rolês que quase não saem, a primeira a dizer “tô com preguiça”, senhora dos perdidos, aprenda com a Dany pelo menos a disfarçar as vergonias”

 

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“Então, existem dois tipos de fodeu.”

 

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“O que é novela mexicana perto dos bafão dramáticos de GOT?”

 

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“Será que meu nene tá ouvindo The cure?” 

 

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“Primeiramente Fora Temer, era só isso mesmo.”

 

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“É carreira internacional que você quer? então toma ANIRA”

 

 

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“Vocês acharam que sairiam ilesos pela primeira vez né”

 

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“DICA PRO CRUSH”

 

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Eu tô só a Glória Pires: “Não sou capaz de opinar”

 

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“A bixa arrasa meixmo, hein”

 

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“Deu até uma saudade de bater carta” 

 

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“O trono de ferro nunca será tão bem agraciado, não é mesmo?”

 

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“Eu estou vivendo ou apenas existindo?”

 

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“Choremos”

Resenha do filme: Pearl Harbor

TÍTULO ORIGINAL: Pearl Harbor
ANO DE LANÇAMENTO: 2001
GÊNERO: Drama
MÚSICA ORIGINAL: There You’ll Be
OSCAR : Ganhou o de melhor efeitos sonoros.
ELENCO: Ben Affleck (Capitão Rafe McCawley) Kate Beckinsale (enfermeira Tenente Evelyn Johnson) Josh Harnett (Capitão Danny Walker) Jennifer Garner (enfermeira Sandra).

SINOPSE: Pouco antes do bombardeio do Império do Japão ao porto Pearl Harbor (Havaí), dois amigos de infância, que crescem juntos, um ajudando o outro nas suas dificuldades, e tornam -se pilotos do exército americano. Rafe McCawley (Bem Affleck) e Danny Walker (Josh Harnett) se envolvem de maneira distinta nos eventos que fazem com que os Estados Unidos da América entrem na 2ª Guerra Mundial. Enquanto que Rafe se apaixona pela a enfermeira Evelyn, e decide se alistar na força área americana que lutará na 2ª Guerra Mundial em Londres, enquanto Danny, permanece no país. Após a notícia que Rafe morrera em um combate contra os alemães. Danny e Evelyn se aproximam e acabam se apaixonando.

 

PEARL HARBOR- Resenha

Depois de algum (muito) tempo sem postar, eu vim hoje trazer uma resenha desse filme que me encantou desde a primeira vez que o vi alguns anos atrás. Eu sempre gostei desses tipos de filmes que de alguma forma tentam, mesmo que de maneira romanceada passar algo que aconteceu na história. Com Pearl Harbor não foi diferente. E após ter assistido ele mais uma vez essa semana resolvi falar um pouco sobre.
Dois amigos que são como irmãos se alistam no exército americano, Rafe e Danny são pilotos de caça, e precisam ser aprovados no exame médico, e é lá que Rafe conhece Evelyn, uma enfermeira, que apesar de algumas controvérsias acaba o aprovando no exame, como apto a voar. Rafe e Evelyn iniciam um romance logo em seguida.
Mas com os acontecimentos da Guerra na Europa, Rafe se voluntaria para servir na Inglaterra, junto com a Royal Air France, defendendo o Reino Unido na batalha de LuftWaffe. Seu amigo Danny permanece nos Estados Unidos, e acha que seu amigo tem sido designado para a missão e não voluntário. Evelyn e Danny são transferidos para a base de Pearl Harbor no Havaí. Onde se encontra uma frota inteira ancorada da Marinha americana.
Após algum tempo chega a notícia de que o avião de Rafe foi abatido em combate, e ele foi dado como morto. Evelyn e Danny sofrem com a perda de Rafe, mas se afastam e ficam sem nenhum contato, mas após alguns meses eles se aproximam e começam um romance. Porém logo depois Rafe reaparece pois ele sobreviveu ao ataque e não conseguiu se comunicar, quando chega ele entende que algo está diferente, e percebe que seu amigo e a sua amada estão juntos. Rafe e Danny acabam brigando em um bar, e acordam no dia seguinte no in[´cio do ataque, e precisam deixar suas diferenças de lado enquanto os japoneses atacam a base naval de Pearl Harbor, na manhã do dia 07 de dezembro de 1941. Enquanto as pessoas que ainda não estavam na guerra, dormiam. Depois de muito esforço e devastação eles conseguem subir em seus aviões e abatem 7 aviões japoneses, mas já era tarde demais, o Japão tinha planejado um ataque massivo, indo com uma frota de mais de 300 aviões.. E há muitas perdas. Eles retornam ao continente, designados para uma missão secreta, que seria a missão do Ataque Doolittle, que foi pedido pelo próprio presidente. Evelyn fica a espera de notícias, dos seus dois amados.
“ Se eu só tivesse mais uma noite para viver, a viveria com você”

Após esse ataque os Estados Unidos entram na 2ª Guerra Mundial.
O filme aborda um fato histórico triste, perdas, mortes. O drama de amar no momento em que o mundo se odeia. E o triste fato de mais gente morrer e prol de uma guerra.
A segunda Guerra Mundial, deixou muitas perdas ao mundo. Trouxe devastação, e não foi há muito tempo assim.
Espero que Deus possa inundar o coração dos homens de amor, e que eles possam amar uns aos outros.

FOTOS DO FILME

 

O ATAQUE DESTRUIU 21 NAVIOS E 347 AVIÕES, MATANDO CERCA DE 2500 PESSOAS E FERINDO OUTRAS 1700
ATÉ HOJE CERCA DE 1778 HOMENS AINDA JAZEM NO CORAÇÃO DO ARIZONA, MAIOR NAVIO DA FROTA AMERICANA.

FOTOS REAIS:

 

Resenha do filme: A múmia

Sinopse: Na Mesopotâmia, séculos atrás, Ahmanet (Sofia Boutella) tem seus planos interrompidos justamente quando está prestes a invocar Set, o deus da morte, de forma que juntos possam governar o mundo.  Mumificada, ela é aprisionada dentro de uma tumba. Nos dias atuais, o local é descoberto por acidente por Nick Morton (Tom Cruise) e Chris Vail (Jake Johnson), saqueadores de artefatos antigos que estavam na região em busca de raridades. Ao lado da pesquisadora Jenny Halsey (Annabelle Wallis), eles investigam a tumba recém-descoberta e, acidentalmente, despertam Ahmanet. Ela logo elege Nick como seu escolhido e, a partir de então, busca a adaga de Set para que possa invocá-lo no corpo do saqueador.

Infelizmente eu assisti a múmia no cinema e assim como esquadrão suicida (que não tem nada a ver, ok) eu esperava mais do filme e fui surpreendida pela péssima qualidade e pelo péssimo roteiro e enredo.

O filme é uma releitura das suas versões de 1932 e 1999 e consegue ser muito fraco em termos de enredo e personagens. Primeiro que a história foca mais em uma espécie de aventura flajuta, mas uma aventura muito mal feita mesmo. Os momentos de ação são tão superficiais que você não se sente empolgado em momento algum. O Tom cruise que interpreta o Nick Morton que é um soldado do exército e que libera a múmia acidentalmente com seu cinismo e vontade de torna-se um rico, consegue ser tedioso e a mocinha que depende do heroismo dele pra salvar-se já é tão clichê que você apenas revira os olhos. 

Até mesmo os momentos de “terror” que nesse  aparece mais que no seu antecessor, não causam nenhuma filasca de medo. Poxa, eu pensei que iria ter ao menos um suspense ou um sustozinho, que nada. Além disso, a história não é tão bem explicada e você termina o filme com a sensação de “ei, acho que estou voando”, mas calma. Não é a pior produção já feita para o cinema, você pode simplesmente se entreter como a gente costumava fazer naqueles dias de bobeiras que não existia netflix e ficar com os filmes da sessão da tarde mesmo.

Bom, a múmia? bem, ela começa com resquícios de ser aquela personagem fodona e logo em seguida vai decaindo no conceito, tornando-se submissa de um Deus e muito mal caracterizada, vou te contar, os efeitos e a maquiagem não estão lá em ótima qualidade. Às vezes me fez foi rir. Sem contar que os personagens não tinham química alguma, pareceu muito superficial.

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Enfim, às vezes eu paro e penso “como eu perdi meu rico dinheirinho nisso?”, mas vida que segue e você pode sim assistir mais um clichê do cinema se não se importa tanto com detalhes, às vezes é até bom. Infelizmente essas franquias estão cada vez mais preocupadas em arrecadar dinheiro nas bilheterias do que em trazer uma história inovadora e interessante.

Resenha do filme: A cabana

Sinopse: Um homem vive atormentado após perder a sua filha mais nova, cujo corpo nunca foi encontrado, mas sinais de que ela teria sido violentada e assassinada são encontrados em uma cabana nas montanhas. Anos depois da tragédia, ele recebe um chamado misterioso para retornar a esse local, onde ele vai receber uma lição de vida.

Data de lançamento: 6 de abril de 2017 (2h 13min)
Direção: Stuart Hazeldine
Elenco: Sam Worthington, Octavia Spencer, Tim McGraw mais
Gênero: Drama
Nacionalidade: EUA

Férias pra mim se resume em mofar colocando em dia os laçamentos que não tive como ver durante a vida corrida (basicamente, agora estou de férias por um período indeterminado).

A cabana é baseado no livro do William P. Young que foi lançado em 2007 e quase uma década depois, estamos nós apreciando a história nas telonas do cinema. (indico a leitura que óbvio é sempre melhor, a narrativa é muito simples e gostosa de acompanhar)

O enredo é voltado para pessoas que basicamente são cristãs ou ao menos crêem em uma divindade que é criador de tudo e rege tudo. Até então “Deus não está morto” é o filme mais ovacionado pelos cristãos, mas em termos de enredo e serenidade “A cabana” consegue ser bem mais explicativo e confortante.

Sem tentar impor religião ou mesmo ser manipulador, o espectador pode assistir ao filme e apenas ter consciência da importancia da fé e sentir-se com paz de espírito através das diversas metáforas que nos são apresentadas e didaticamente falando, bem melhores do que as apresentadas por Josh em “Deus não está morto”.

Outro fato louvável  nesse filme é terem seguido o livro na questão do estereótipo dos personagens. A Octavia Spencer sempre ótima e dando vida a Deus, isso mesmo, Deus como uma mulher negra e fazendo com que passemos a observar Deus como um ser amigo, como uma “mãe” e deixando de lado o estereótipo carregado ao longo dos séculos.

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Mas, o filme decai um pouco em termos de ritmo, alguns momentos são um tanto cansativos e o Sam Worthington (Mack, protagonista) assim como Aviv Alush (Jesus), me deram tédio em alguns momentos com suas inexpessividades quando o que mais se fazia necessário era a danada.

A cabana é um filme com público-alvo cristão e por isso, um sucesso de bilheteira, ao meu ver, o filme consegue trazer uma proposta bem honesta e de conforto pra quem assiste, não é nada forçado e sim, sereno. Vale a pena. É uma reflexão a cerca da fé e de sua ajuda em momentos de dor.

Resenha da série: Girlboss

Sinopse: Girlboss é uma série de televisão americana baseado na história de Sophia Amoruso, um dos nomes mais respeitados da moda, contudo, é uma releitura bem livre, criada por Kay Cannon. Todos os episódios foram lançados na Netflix em 21 de Abril de 2017.

Gênero: Comédia
Criadora: Kay Cannon
Elenco: Britt Robertson, Ellie Red, Johnny Simmons etc
 
Resenha:
Comecei a ver Girlboss ontem de bobeira, precisava me distrair com algo urgente e a série conta com apenas 1 temporada de 13 episódios. Sinceramente falando, eu ainda estou em dúvidas se ela mereceu ser cancelada ou não. Isso mesmo, a netflix não vai dar continuidade a série e tudo se deu em especial ao “comportamento” da protagonista.
Ok. Algumas pessoas irão comentar que isso é bobagem e que a série é bem feminista e blá blá blá, ao meu ver, não tem nada de feminismo nas atitudes da Sophia. Ela é histérica, não tem empatia e sai fazendo coisas como “roubar” descaradamente e passar por cima das pessoas como uma adolescente rebelde aos 23 anos (Quê?) … Além do mais a “feminista” na série é retratada como uma “maluca” que aborda a Sophia e o Shane no meio da rua e ainda é motivo de chacota pelo casal.
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Mas, sim a série também tem seus pontos positivos e claro, um deles é a inspiração em seguir atrás dos seus sonhos mesmo que você esteja meio f*dido na vida. Eu mesma, aos 21 aqui e agora (tão perdida quanto Sophia)  me senti inspirada a não desistir dos meus sonhos. Claro, não posso deixar de falar da maravilhosa trilha sonora com direito a Suzi Quatro, Nelly, Jeff Buckley e muito mais. Ah, a série se passa em São Francisco e isso pra mim também é um ponto positivo porque sou apaixonada pelos cenários da Califórnia.
Bom, além de tudo mais a série traz os figurinos (óbvio) e a fotografia de forma maravilhosamente vintage e nos leva lá pela década de 70 apesar de se passar em 2006, ah! as referências…
É uma série que vai sim explorar as falhas humanas (até porque a Sophia e todos nós as temos), vai fazer você sentir-se inspirado a prosseguir em seus objetivos, mas cá entre nós, não vá pilhar e ficar pensando que você tem que resolver sua vida toda antes dos 30 ou que necessariamente você precisa ser uma milionária pra ser feliz (ok. queremos), mas não precisa pilhar. Só não desista de você.
Recomendo pra esse fim de semana de bobeira…Que tal dar o play em Girlboss antes que seus sonhos acabem quando a vida adulta bater em sua porta?
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Resenha da série: How to get away with murder

Primeiro episódio: 25 de setembro de 2014
Número De Temporadas: 3
Emissora original: American Broadcasting Company
Criador: Peter Nowalk
Prêmios: Prêmio Emmy do Primetime: Melhor Atriz em Série Dramática.
Sinopse 1ª temporada: A serie se desenvolve ao redor da vida pessoal e profissional de Annalise Keating, uma advogada de defesa criminal proeminente. Também professora de direito na universidade de Middleton, na Filadelfia. Annalise seleciona cinco dos seus melhores alunos para trabalharem com ela em seu escritório: Wes Gibbins, Connor Walsh, Michaela Pratt, Laurel Castillo e Asher Millstone. Quando Annalise vê que sua vida pessoal e profissional começa a entrar em colapso, ela e seus alunos se vêem envolvidos, involuntariamente, em uma trama de assassinatos.

MATT MCGORRY, KARLA SOUZA, AJA NAOMI KING, ALFRED ENOCH, JACK FALAHEE, VIOLA DAVIS, LIZA WEIL, BILLY BROWN, CHARLIE WEBER

Que tal se tornar um estudante de direito e acabar envolvido em assassinatos “sem querer querendo”? Isso mesmo, melhor limpar todas as evidências e dar um jeito de adulterar a cena do crime, ou então, bye bye.

HTGAWM é uma série de drama-mistério produzida pelo canal ABC e vou te contar, prende você do inicio ao fim com os malditos mistérios. Nunca fui muito fã de series policiais ou que incluam a área do “direito”, mas tomada por uma indicação de um amigo acabei sendo persuadida e em três dias conclui as duas temporadas disponíveis na netflix. (por mais amigos com poder de persuasão e bom gosto,please).

 

A serie vai nos envolvendo com vários mistérios ou poderia dizer “sub-mistérios”? pois um mistério leva a outro e por aí vai, você irá ficar se questionando o tempo todo e tudo que você quer saber é “O que aconteceu?” “Quem matou?” “ele ou ela?” “O que diabos eles estão fazendo?”, então é bom preparar a ansiedade e deixar a serie tomar conta.

A primeira temporada baseia-se principalmente no assassinato de uma jovem que foi colocada numa caixa d’água e esse caso acaba afetando a vida de praticamente todos os protagonistas, caso que vai sendo explicado aos poucos com a ajuda de flashbacks. Mas de todo modo, só descobrimos o que realmente aconteceu lá pelos últimos episódios e mesmo assim a trama se sustenta, enquanto isso só temos alguns fragmentos do acontecimento a cada episodio e conhecemos mais dos cinco estudantes. Esses cinco estudantes com suas características muito distintas são escolhidos por Annalise para trabalhar em seu escritório, poderíamos dizer que é  isso que chamamos de tragédia disfarçada de benção.

Poderia ser só simplesmente uma serie comum, uma advogada que atende seus clientes, nos apresenta sua vida e só, mas ainda bem que não é, a série é um complexo emaranhado de histórias que causam coceirinhas de curiosidade o tempo todo.

Abrindo espaço pra falar da fabulosa atuação da Viola Davis (Annalise Keating), claro. Nós vemos uma advogada impetuosa, capaz de tudo para defender seus clientes. Há momentos em que você vê sangue em seus olhos, também há momentos que você se questiona o quanto gosta dela, mas acredite, ela é invejável. Ela é forte, corajosa, manipuladora, inteligente, ardilosa? sim, mas por trás de toda a pose durona nós conseguimos enxergar o emocional da personagem, os seus conflitos internos a sós.

A serie também ganha pontos ao conseguir retratar uma gama de assuntos “polêmicos” que muitos fecham os olhos, assuntos como o racismo e o estrupo, além de ser uma serie onde claramente podemos notar o riquíssimo quadro de personagens, temos três protagonistas negros, protagonistas homossexuais, tridimensionais  e até uma garota mexicana. Então,  é um show de REPRESENTATIVIDADE. E isso falta em muitas séries.

Se você está afim de dar um passeio com personagens complexos, cenas de crime, reviravoltas, sexo e um drama nada básico, sugiro que comece logo.

Sobre a segunda temporada? Só fiquem com essa.

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E foi! hahaha Um HINOOO de série!

Beijos.