Resenha do filme: A torre negra

Sinopse: O pistoleiro Roland Deschain percorre o mundo em busca da famosa Torre Negra, prédio mágico que está prestes a desaparecer. Essa busca envolve uma intensa perseguição ao poderoso Homem de Preto, passagens entre tempos diferentes, encontros intensos e confusões entre o real e o imaginário. Baseado na obra literária homônima de Stephen King.

Data de lançamento:24 de agosto de 2017 (1hr e 35 min)

Gênero: Ficção, fantasia, aventura.

Direção: Nikolaj Arcel
Elenco: Idris Elba, Matthew McConaughey, Tom Taylor (IV) e mais.

Nacionalidade: EUA

Resenha crítica: 

Stephen King é o mestre do horror, e um dos autores mais adaptados do cinema. A sua franquia literária de maior sucesso demorou 30 anos pra chegar as telonas, mas será que valeu apena?

A torre negra é um filme cheio de clichês da ficção juvenil, você assiste ao filme e sente como se estivesse tendo um dejavu.

Ele conta a história de um garoto que vive em NY e começa a ter sonhos estranhos (visões), a apresentação do mundo paralelo ao nosso se baseia de início a essas visões, ele vê um pistoleiro (Idris Elba) e o homem de preto (Matthew McConaughey) em um outro mundo, o mundo médio. E vê a torre negra cair e os mundos (inclusive o seu) que estão sobre a proteção da torre, vão a baixo.

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É irremediável a sensação de “ei, parece com aquele filme lá”, apesar de que a obra de King é aclamada por anos, e que, segundo os fãs, traz um universo complexo e que, só lendo você consegue captar toda a magia que apenas Stephen King consegue fazer, sem tornar a história categórica.

O filme não é de todo o mal para quem não leu a saga (eu, por exemplo), temos clássicas cenas de combate e junto à isso os tirroteios, balas voando pra todo lado, cacos de vidro e tudo o que há em filmes de ação.

Os atores não são dos mais cativantes, a não ser o Elba que consegue transmitir o tom sutil do seu coração corrompido pela dor, pela mágoa e o desejo de vingança. O mundo médio pouco foi explorado, o que eu achei estranho, no mínimo. Uma obra que transcende o tempo e o espaço, e adptada de forma muito pluralista. É, tenho que bater na tecla de novo, nada muito novo vem pra nós. Uma pena.

Darei pontos positivos para a fotografia do filme e para o fato de terem colocado algumas passagens que sei que tem na obra, o credo do pistoleiro por exemplo. Ficou muito tocante, sensível.

Em todo caso, é um filme que não cativa por inteiro, mas não é o pior filme já produzido, muito pelo contrário, existe alí um esforço. Vale apena, sim.

 

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