Resenha do filme: Death note

Data de lançamento: 25 de agosto de 2017 na Netflix (1h 41min)
Direção: Adam Wingard
Elenco: Nat Wolff, Margaret Qualley, Lakeith Stanfield mais
Gêneros: Suspense, Terror, Fantasia
Nacionalidade: EUA
 
Sinopse: Seattle, Estados Unidos. Light Turner (Nat Wolff) é um estudante brilhante que, um dia, encontra um caderno que repentinamente cai do céu. Trata-se do Death Note, que permite ao seu portador matar qualquer pessoa que conheça a partir da mera anotação do nome do alvo numa de suas páginas. Sob a influência de Ruyk (Willem Dafoe), o dono do caderno, Light passa a usá-lo para eliminar criminosos e pessoas que escaparam da justiça. A súbita onda de assassinatos faz com que ele seja endeusado por muitos, que o apelidaram de Kira, mas também atrai a atenção de um enigmático e também brilhante detetive, chamado L (Lakeith Stanfield).
Resenha:

De um tempo pra cá a industria cinematográfica tem se empenhado em centenas e centenas de readptacões e sequências das mais diversas histórias ovacionadas pelo público-alvo ao longo do tempo, o problema de tudo isso é que tem-se aumentado o número de produções totalmente descartáveis por deixar de lado a essência e tentar moldar-se em suma irrelevância a obra original.
É o caso de Death note, pra quem assistiu ao anime o filme consegue ser um total desperdício de tempo fazendo os olhos sangrarem (sendo realista), a história que deveria ser voltada para um senso de justiça e uma reflexão acerca disso, volta-se para um certo desespero em aventura/ação e aí já deixamos então de lado a premissa principal do anime.
Outro fato desnecessário foi a transmissão de culpa do Light (representado muito mal) para a sua namorada Mia, pobre-light-indefeso… O L nos é apresentado de maneira estúpida, ao invés de ser o personagem com base de conceito moral e de justiça e claro, bem centrado. Ele passa a descontrolar-se facilmente e às vezes parece estar tendo uma crise psicótica, o deixaram totalmente pequeno em relação ao anime.
O que falar da versão do Ryuk? O deus da morte é caracterizado de uma forma um tanto bizarra, conferindo a ideia de que jamais-never-nunquinha ele poderia de fato existir, além do mais o personagem é mostrado apenas como um incentivador de crimes, deixando de lado a posição neutra que ele ocupava no anime e que por vezes nos fazia perceber a fascinação dele quanto as decisões/atitudes humanas.

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Com uma direção de arte duvidosa, personagens que fogem totalmente da versão original e com algumas incoerências e clichês já esperados, Death note consegue de longe ser uma adptação desprezível até pra quem não chegou a ver o anime.

Ps. E a trilha sonora bizarra e colocada em momentos nada a ver?

 

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