Resenha do filme: Antes que eu vá

Data de lançamento: 18 de maio de 2017 (1h 38min)
Direção: Ry Russo-Young
Elenco: Zoey Deutch, Halston Sage, Elena Kampouris mais
Gêneros: Drama, Suspense
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Samantha Kingston (Zoey Deutch) é uma jovem que tem tudo o que uma jovem pode desejar da vida.. No entanto, essa vida perfeita chega a um final abrupto e repentino no dia 12 de fevereiro, um dia que seria um dia como outro qualquer se não fosse o dia de sua morte. Porém, segundos antes de realmente morrer, ela terá a oportunidade de mudar a sua última semana e, talvez, o seu destino.
Resenha:

Antes que eu vá é mais um desses filmes adolescente baseados em livros e que entregam o roteiro logo de cara, apesar de ter potencial pra destacar-se e trazer questões relevantes na sociedade, porém infelizmente peca na superficialidade dos fatos.
Ao assistir lembrei muito do filme “Se eu ficar”, essa premissa da morte versus vida e do quanto perdemos tempo com coisas fúteis, clichê? Sim, muito.

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Samantha é uma garota popular, rodeada de amigas, namora o cara popular e de uma classe social com ótima aquisição econômica, porém ela é aquela personagem blasé de sempre que não trata bem os pais, despreza o “carinha legal”, comete bullying e dá valor as coisas fúteis. Tudo muito muito blasé mesmo.
Após sofrer um acidente que leva a sua morte, Samantha passa a reviver o fatídico dia várias e várias vezes até aprender a lição? sim, nem é spoiler.
Até lá Sam passa a visitar as mais possíveis decisões “meto o loco?” ou “fico boazinha sempre?” e o filme vai se arrastando por aí, entre uma cochilada e outra você vê que o filme poderia explorar coisas bem mais interessantes e ao invés disso se mantiveram na zona de conforto.
Apesar de tratar sobre bullying, suicídio, a iminência da primeira vez e vários outros conflitos dos momentos de high school (já datados em praticamente todos os filmes colegiais existentes), a ideia de reflexão que o filme tenta explorar não é ruim.

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O problema de todo o filme é que ele se rende a centenas de clichês e assim se entrega ao óbvio, sem dar ao telespectador qualquer chance de surpresa.
Em contrapartida, lá pelo final você pode acompanhar uma mensagem quase didática e posso dar créditos a atuação da Zoye também que dá um certo charme a personagem e sensibilidade.
Em todo caso, render-se a clichês que tentam engatar lições de vida nunca é de todo mal.

 

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