Resenha do filme: Mulher-maravilha

Data de lançamento: 1 de junho de 2017 (2h 21min)
Direção: Patty Jenkins
Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen mais
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia
Nacionalidade: EUA

SINOPSE :

Antes de se tornar Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível. Criada em uma paradisíaca ilha afastada de tudo, Diana descobre por um piloto americano acidentado que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e, certa de que pode parar o conflito, decide deixar seu lar pela primeira vez. Travando uma guerra para acabar com todas guerras, Diana toma ciência do alcance de seus poderes e de sua verdadeira missão.
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Gal Galdot nos entrega a mais nova versão da super-heroína consagrada nos quadrinhos da DC Comics. Agora, como de se esperar, o filme conseguiu se tornar um dos sucessos de bilheteria e conquistar uma legião de fãs, abrindo espaço para uma pauta muito importante que é a representatividade feminina (queira você ou não), depois do fracasso de Esquadrão suicida (eu, por exemplo, achei que fizeram auê pra nada) finalmente a DC Comics produziu uma adaptação que está no páreo com a Marvel desde Batman-o cavaleiro das trevas, claro.

O filme inicia-se de forma sutil, é nada mais nada menos que a origem de tudo, uma volta ao passado. A pequena Diana princesa das Amazonas que sonha em se tornar uma destemida amazona e por isso entra em treinamento.

Anos mais tarde, Diana socorre um piloto de avião, o espião britânico Steve (Chris Pine) que cai na costa da ilha isolada onde ela e as outras amazonas vivem. Diante disso, Diana toma conhecimento da Primeira guerra mundial e é nesse contexto que tomada por um altruísmo (sem tamanho) ela decide que irá com Steve para o campo de batalha e acabará com a guerra.

Sem muito me ater ao enredo do filme, é incrível ver como Patty Jenkins soube trabalhar o protagonismo heroico da personagem sem ser esnobe ou forçado, Diana consegue capturar sua empatia de cara e fazer você enxergar como ela é forte e determinada. Claro que o filme se rendeu ao romance, mas de forma muito sensível e não querendo fazer da personagem um simbolo sexual. As cenas de combate são em sua maioria “maravilhosas”  e o filme conta com várias delas, o fato de acontecerem quase que todas na luz do dia favoreceu bastante para que as cenas fossem empolgantes e nada confusas, até mesmo na batalha final que acontece à noite, a iluminação foi muito bem colocada. E como as atitudes de Diana falam por si só, é um espetáculo.

Atendo-se ao seu carisma e inocência, Diana trás uma heroína cheia de coragem e otimismo, que mostra que o mundo pode sim ser um bom lugar e que há esperança no amor, no coração humano.

Não é atoa que o filme tem feito um menininho pedir ao pai o “tênis da mulher-maravilha” ou,  outra criança querer trocar o tema da festa de aniversário de ultima hora, aliás é a mulher-maravilha, né? E quem não quer ter a mulher-maravilha por perto? ou melhor, quem não quer ser uma mulher-maravilha?

 

 

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