ENTREVISTA: “Meu jeito particular de fazer magia.”

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A primeira vez que notei Katharynny Gabriella foi pela voz (isso mesmo), Kath que já estava dois períodos à minha frente no curso de letras, costumava embalar algumas noites frias de Arcoverde-PE com sua voz que inundava os corredores, Evanescence (­eu lembro).

Mas, não é por sua voz que ela é conhecida e admirada (bem, também deve ser), mas seu ponto forte é a escrita. Uma mente brilhante e próspera, Kath reúne diversos trabalhos e começou a escrever (pasmem) aos 7 anos de idade.

Em uma entrevista bem legal com essa menina/mulher sonhadora, a gente descobre mais um tantinho de coisas sobre ela e aprende também.

PN: Então Kath, quando percebeu que seu destino era ser escritora?

KG: Não percebi na verdade (risos). Desde criança eu sempre curti criar histórias, adorava quando as provas de português do primário vinham com uma figura para que a gente criasse um microconto, os meus sempre levavam a folha de trás inteira. Conforme fui crescendo e lendo mais ou ouvindo mais histórias a vontade de escrever foi crescendo. Inicialmente, era o modo como eu “desabafava” minha tristeza, criando personagens que viviam um mundo interno caótico e sem aparente solução que era como eu me sentia. Quando percebi eu já tinha uma pequena biblioteca particular de livros meus. Acho que começou de verdade com uns sete anos.

PN: De onde surge a ideia para seus personagens? Eles de alguma forma se relacionam com pessoas que você conhece?

KG: No começo todas as protagonistas eram alter egos meus, acho que foi a partir dos 19 anos que eu comecei a me desprender mais delas. Algumas personagens “coadjuvantes” por assim dizer às vezes são sim representações de alguém que eu conheço, por exemplo, o Bernardo de Um Novo Começo foi inspirado em um primo meu por quem eu tinha uma paixonite idiota na adolescência (mãe, não leia isso!). OU como aconteceu quando meu melhor amigo foi assassinado e eu fiz A Garota e o Fantasma para me lembrar dele. Mas é raro eu basear a personagem em alguém que eu conheço, porque ela acaba ficando sem vida própria, eu tenho cuidado até na escolha do nome! Se eu conhecer alguém com o nome com que vou “batizar” a personagem vou acabar transferindo traços da personalidade daquela pessoa pra minha criação e isso não é bacana. Gosto que elas vivam sobre as próprias regras, sejam estúpidas e adoráveis ao seu próprio modo, mas é muito difícil de fazer ainda.

PN:Quais são suas referências no mundo da escrita?

KG: Vixi! (risos) olha, essa pergunta é cabulosa porque cada autor que eu leio sempre deixa uma lição. Mas quem me inspira bastante pela narração mesmo, é a Lauren Kate, algo no modo como ela escreve me fascina muito. A tia Cassandra Clare também não pode ficar de fora, ela é minha rainha. Posso citar também Pedro Bandeira, Stephanie Meyer e Nora Roberts.

PN: Em média quanto tempo demora para escrever um livro?

KG: Olha, depende muito do que eu tenho pra fazer fora isso. O normal é levar três meses, mas é muito volúvel pra dar uma estimativa. Por exemplo, Um Novo Começo foi escrito em um mês. SleepingBeauty levou dois. Atualmente, Folhas Mortas é meu maior livro, o primeiro esboço levou mais de 500 páginas e eu levei um mês pra escrever, mas não tive vida social nesse meio tempo, só parava pra comer e dormir (risos). Se eu me dedicar só àquilo, deixando de lado tudo o mais, consigo de boas terminar em um mês dependendo do tamanho que ele fique (os meus geralmente sempre são exageradamente grandes).  Então, é muito variável.

PN: Atualmente, cada vez é mais difícil publicar um livro, principalmente devido a motivos financeiros. Qual foi a sua maior dificuldade na publicação de seus trabalhos?

KG: Eu não diria isso, com a internet é cada vez mais fácil publicar. O difícil é vender (risos). Quando eu decidi que queria viver de escrever eu tinha em mente que tinha que ser publicada por uma editora, não descansei até conseguir. Mas o resultado me gerou mais desconforto do que felicidade, foi frustrante esse primeiro contato com o mundo editorial. E, antes dele, eu tentei a autopublicação que, de certo modo, me deixou mais confortável. Eu acho que o problema real de publicar no Brasil é o custo exacerbado dos livros nacionais comparados aos 19,90 dos gringos! Muito provavelmente entre pagar 45,00 em um livro de um brasileiro e 25,00 em um do tio João Verde, por exemplo, em quem você acha que o leitor vai apostar? A nossa literatura ainda é muito pouco valorizada, eu digo isso como leitora e não só como autora, sou uma apaixonada pelo Pedro Bandeira, mas os livros dele normalmente são o preço de 2 livros gringos e isso é deprimente. O nosso país ainda é muito “ignorante” no quesito leitura, para cada 5 que leem há 50 que não leem nem 4 livros por ano. Ainda hoje, a maior dificuldade que encontro enquanto autora é a disponibilidade de divulgação mesmo, não tenho condições financeiras e nem apoio, então, publicar é de boas, mas sem divulgação você simplesmente não existe. Até mesmo as histórias que eu publico em plataformas mesmo, como O Protetor, está lá, de graça, e as pessoas não leem, que dirá um livro que, quando você converte com capa, peso, papel e tudo mais dá pra lá de quarenta reais! O problema é o Brasil não a publicação. Carina Rissi publicou o livro dela fora antes de ele fazer sucesso aqui, se você não fizer o mesmo as chances de viver disso aqui no Brasil são ridículas de tão pequenas.

“O nosso país ainda é muito “ignorante” no quesito leitura, para cada 5 que leem há 50 que não leem nem 4 livros por ano.”

PN: Quando você está no processo de escrita, costuma compartilhar a história com alguém para pedir conselhos?

KG: Pode acreditar eu nunca fiz isso. Chegar pra alguém, mostrar o texto e perguntar “e aí?” No começo, quando eu ainda escrevia em cadernos e finalizava eu pedia pra uma amiga minha ler (na verdade, ela quase roubava eles de mim), e algumas outras pessoas se interessavam, as respostas eram boas. Mas, durante o processo, não encontrei ainda ninguém confiável ou disponível o bastante pra isso (alguma de vocês se candidata?) (risos) quando eu tenho coragem e vejo que vai dar certo eu vou postando nas plataformas pra ver se aparecesse alguém pra dizer alguma coisa, no processo o mais perto que eu chego de opinião é esse. Mas aquele beta reader mesmo ou “editor” pessoal, nunca tive. Nem mesmo a minha irmã que conhece meus projetos antes de eles irem pro papel!

PN: Você tem alguma playlist para escrever ou gosta do silêncio absoluto?

Ah, essa pergunta!!! Amores, eu tenho Playlist até pra “reinar” no banheiro (Risos). Se eu vou lavar pratos tem que ter alguma coisa “cantando” perto de mim. Eu sou inimiga número um do silêncio, quando eu estiver sem fones ou sem nenhuma espécie de barulho à minha volta tenha certeza de duas coisas: ou eu estou na igreja ou eu estou muito, MUITO mal. Silêncio pra mim só quando alguém morre.

Não tem uma playlist específica, às vezes é a mesma música no repeat tinfinito, outras são uma lista das músicas que estou ouvindo mais no momento ou um CD novo de uma banda que eu gosto, como o Epica agora. E quando eu não quero ouvir nada específico (aqueles momentos em que até a sua voz é irritante) eu coloco minha playlist de Bach, Bethoween e Mozart para me tranquilizar. Música clássica é uma das coisas mais incríveis para mim, principalmente quando preciso escrever cenas extremamente delicadas. Nosso amigo Bethoween já me ajudou muito nas minhas páginas (Risos).

 

PN: Das obras que escreveu, tem alguma favorita?

KG: Essa é uma pergunta difícil. É como você ter mais de 50 filhos e perguntar qual é o seu predileto (Risos), mas eu tenho um carinho especial por Folhas Mortas, ela passa uma mensagem bacana e tem uma melancolia, uma esperança que saltam das páginas. É uma das minhas criações que mais tem sentimentos meus, e trata de temas como suicídio, depressão e perda. Até hoje é o meu livro mais complexo e o que eu mais tenho aquela pontinha de “orgulho” de ter criado.

“mas eu tenho um carinho especial por Folhas Mortas, ela passa uma mensagem bacana e tem uma melancolia, uma esperança que saltam das páginas.”

PN: Qual dos seus trabalhos teve maior sucesso? Aproveita e fale-nos um pouco sobre a obra.

Puff! Sucesso? Nenhum. Eu sou uma anônima. A única pessoa que sabe que eu existo é a minha mãe. Mas se levarmos em consideração o que eu publiquei em plataformas, SleepingBeauty, DearDiary, Conto de Falhas e Asking For Alexandrasão meu cartão de visita. DearDiary vocês conhecem, foi pedido de uma menina no grupo do Nyah no facebook, eu me propus a escrever através de uma foto que ela postou, o básico clichê NerdXPopular, e o que eu pensei foi: vou fazer o que todo mundo espera ler? Não ia ter a mínima graça. Então fui moldando as personagens de acordo com o que eu queria que acontecesse, imaginando quem eles eram por trás do estereótipo, eles meio que nasceram sozinhos conforme eu ia escrevendo e o pessoal ia comentando. Deu bem, depois de SleepingBeauty é minha história mais lida num site.

Conto de Falhas é basicamente minha trajetória de tragédias amorosas. O fato de eu nunca ter tido um namorado não implica dizer que eu nunca me apaixonei, só que nunca deu certo. É um resumo bem bacana da minha vida e foi um dos livros mais difíceis que já escrevi na vida.

Asking For Alexandra foi, por incrível que pareça, um projeto que deu errado. Inicialmente eu fui convidada por uma menina no Nyah para ser co-autora da história dela, mas era tão mal escrita que eu desisti e ela acabou me dando o projeto. Eu (re)moldei com a intenção de tornar um livro erótico, mas não consigo mesmo escrever esse tipo de coisa, sei lá, não sai. Aí acabou um quarteto amoroso com máfia italiana no meio. O pessoal curtiu.

SleepingBeauty foi um projeto que eu comecei em 2010 quando não tinha nada pra fazer, decidi postar no Nyah só pra ver no que dava, essa história recebeu 10 recomendações antes do final, foi meu maior avanço em um site e como autora, por isso decidi torna-la livro e agora planejo reescrevê-la.

PN: Já imaginou algum livro seu sendo adaptado para o cinema? Atores? Trilha sonora e essas coisas?

KG:Todos os dias! Sempre que estou escrevendo determinada cena fico imaginando ela gravada na minha mente, com pessoas de verdade dizendo aquelas palavras, sei a música que está tocando ali, muitas vezes sei até quem escolheria para fazer os papéis. É um sonho muito distante da realidade e eu tenho consciência disso, mas nunca me cobraram por sonhar então eu continuo (Risos).

“nunca me cobraram por sonhar então eu continuo.” 

PN: Você tem o costume de escrever mais romances cotidianos, já pensou em dedicar-se mais a histórias de terror, fantasia ou romances policias?

KG: Rapaz, ultimamente eu tenho tentado escrever de tudo. O Protetor, por exemplo, é uma fantasia que se passa em diferentes tempos, mexe com anjos, magia essas coisas. O Morro dos Ventos Uivantes e das Noites Sangrentas é mais puxado para o terror, agora romances policiais eu não me acho com capacidade para isso, é um trabalho que envolve um tipo de pesquisa que eu não compreendo. Eu sempre tento me moldar em diferentes estilos, mas sem fugir totalmente dentro do meu estilo. Só que há determinados gêneros que eu realmente não consigo me aventurar (erotismo, oi?). Eu tenho mais dois projetos de outros temas, chamam-se Dragão Azul que é uma fantasia baseada em uma lenda de terror japonesa e Ghost Whisper que é um terror meio americano, mas eu ainda sou leiga no assunto.

“Eu sempre tento me moldar em diferentes estilos, mas sem fugir totalmente dentro do meu estilo.”

PN: Nos conte sobre o seu TCC que foi uma brilhante releitura do clássico “O morro dos ventos uivantes”

KG: Inicialmente eu não tinha ideia que seria meu TCC. Meu mentor, o brilhante Edmilson Sá, me convidou para encarar o projeto com ele, eu estava incumbida de recriar essa obra (que eu já tinha lido 4 vezes!) e transformar em algo novo, com elementos de terror. Passamos algum tempo discutindo que personagens mexer, o que elas seriam e conforme eu ia trabalhando naquilo ela ia se moldando pra mim, foi fácil mexer nela porque eu já a conhecia bem e ela tem uma aura negra que permite isso, mas foi muito desafiador porque eu nunca tinha escrito terror antes e eu ficava me perguntando se eu estava mesmo fazendo algo certo (Risos). No fim, transformamos Heathcliff em um monstro que se vinga de todos que lhe causaram mal, foi a minha primeira ideia tendo em vista que achei o destino dele injusto, criei uma maldição, acrescentei uma personagem nova, pesquei um romance que não foi desenvolvido no livro original e o desenvolvi no mash-up, e fiz uma surpresinha básica até para o meu próprio mentor com os últimos capítulos. Foi uma experiência bem interessante, mas eu já estava com o projeto do meu TCC montado, quando ele me disse que o livro seria meu trabalho fiquei muito contente. O projeto acabou ultrapassando as expectativas de nós dois, não é mais um livro sobre somente o poder do amor e da vingança, mas um livro sobre o que é ser realmente humano, sobre como somos moldados por nossas atitudes, como as verdadeiras maldições se dão pela incapacidade que o homem tem de perdoar a si mesmo e aos outros.

 

PN: Então, quais os seus projetos para o futuro agora que está graduada?

KG: Primeiro, arrumar um emprego (Risos). Eu tenho muitos projetos que estão me esperando, no momento estou trabalhando em 3 simultaneamente e está bem puxado, quero ler o máximo que conseguir e o emprego é mais para comprar mais livros e conseguir fazer uma pós-graduação. Ainda sonho em fazer o curso do Raimundo Carrero, é minha ambição mais profunda agora.

PN: É verdade que todo escritor é um pouco (ou bastante) loucão, ou isso é um mito criado por quem não escreve?

KG: Olha, eu não posso falar por todos os escritores, mas isso se aplica muito a mim (Risos) eu sou estranha até o último fio. Conheço alguns escritores e eles divergem muito, tem umas manias, outros são pirados tipo eu mesmo. Então, não dá pra generalizar. Mas uma coisa é certa: todos nós temos esquisitices singulares e somos, normalmente, muito introspectivos e individualistas.

“todos nós temos esquisitices singulares.”

PN: Se você pudesse citar uma característica comum entre os escritores, o que diria?

KG: Curiosos. Nós somos muito curiosos e grande parte das nossas ideias vem dessa curiosidade e das pesquisas que fazemos para satisfazê-las.

PN: Se você não fosse você, quem gostaria de ser?

(Risos) eita! Deixa eu pensar com cuidado… eu queria ser a Cassandra Clare. Tá, vão rir, eu sei. Mas não digo pela estética, eu não me importo com isso, eu digo pela genialidade, ela é genial e eu queria ser ela.

PN: Existe um escritor na atualidade que você bem que adoraria cavar um cova bem funda e enterra-lo?

(Ataque de risos) desculpa. Isso é na maldade? Se for eu adoraria (e que Deus me perdoe por isso) enterrar a E.L. James, depois dessa estúpida crise de meia idade dela misturaram pornô com erotismo e ninguém mais sabe a diferença (que é gritante!) e hoje todo mundo só quer ler pornografia. É um saco.

PN: Você acha que há muita competitividade nessa profissão de escritor?

KG: Há competitividade em tudo que a gente faz na vida, né? Não acho que no ramo da escrita seja diferente, mas não posso afirmar com certeza porque eu não sou “dos círculos”, eu ainda sou uma anônima.

PN: Você mantém contato com seus leitores? Como eles são? O que eles são pra você?

KG: Sempre! Nunca deixo um comentário sem resposta! Normalmente, são tão doidinhos como eu (Risos), meus elfos e fadinhas. Gente, eu os amo! O que seria de mim sem eles? De que adiantaria escrever alguma coisa sem eles? Penso em cada um em cada cena que escrevo.

PN: Sua família apoia esse seu trabalho/paixão?

KG: Mais ou menos.  Eles sabem da realidade que é ser escritor em um país como o nosso e uma cidade como a nossa e isso os preocupa. Brasileira e ainda por cima pernambucana? Vai chegar onde com isso? Mas eu entendo. Minha mãe não vê meu trabalho como um trabalho e por mais que ela negue eu sei que ela me vê como uma criatura sem futuro, não posso culpa-la por isso.

PN: O que você pensa desses novos autores brasileiros que tem surgido oriundos do YouTube?

KG: Isso é um tema polêmico… bom, eu não posso chamar isso de “livro” né? Duas páginas escritas e 12 de fotos? Isso é um tumblr impresso. Pra não dizer que eu estou julgando sem base, eu li o livro da Kéfera, não curto ela nem nada, mas eu precisava ter uma noção do que era antes de ter uma opinião a respeito. Dei uma “folheada” virtual no livro do Felipe Neto também. Independente do que muita gente diz, é literatura sim. Do mesmo modo que tem gente que gosta de terror, romance e suspense, há quem goste desse tipo de “livro” (ou tumblr impresso), e o mais importante: apesar de não ter tanta qualidade, eles incentivam a leitura. Acho que no fim isso é o que vale. De todo modo, apesar dos pesares, há uma história ali, bem ou mal contada, mas ela está lá. Sabe o que eu não concordo? Esses atores mirins que acham que podem escrever livros, principalmente biografias quando nem saíram das fraldas! Pra esses eu não dou crédito e o que mais me desmotiva é que isso vende!

 “eu não posso chamar isso de “livro” né? Duas páginas escritas e 12 de fotos? Isso é um tumblr impresso.”

PN: Uma dica para quem está começando agora?

KG: Leia como se sua vida dependesse disso! Eu sei que todo autor diz isso, mas é verdade, pessoas, não existe um escritor que não é um leitor. Não acredite nessa utopia. Então, o primeiro passo para você que pensa em escrever é ler, de tudo um pouco, vá das bulas de remédio ao clássicos portugueses! E não apenas leia, mas absorva! Veja como os livros são organizados, como os autores contam suas histórias, estude aquele texto. É o melhor curso de escrita que tem!

“E não apenas leia, mas absorva!”

 

PN: Resuma em uma frase o que seria a escrita para você?

KG: Meu jeitinho particular de fazer magia.

Pra finalizar, ping pong :

*Uma temática chocante que você gostaria de escrever e ainda não fez:erótico (que não é o pornô, o erótico mesmo.)

*Um livro pra colocar no fogo:(Risos) eu ia dizer HP, mas como é por causa do Fandom e não do livro e eu não posso queimar pessoas, digo a maldita série Imortais. Queime esses 6 livros e seja feliz!

*Um sonho de consumo: uma casa-biblioteca com todas as paredes de estante.

*Obsessão: Precisa perguntar? (Risos) Livro.

*Mania:Eu tenho umas 1000! Mas a mais incômoda é comprar direto caderno e caneta.

*E se tivesse uma maneira de viajar no tempo-para quando e onde você iria? Difícil… acho que a Londres Vitoriana.

*Um palavrão usual: (Risos) f**** eu sei que é um palavrão, mas uso sem querer.

*Deus: Tudo. Sem ele eu nem tento.

 Encontre os trabalhos de Kath nos sites:

https://www.wattpad.com/user/Akane_nozomi

https://fanfiction.com.br/u/215080/

https://www.clubedeautores.com.br/book/140902–Sleeping_Beauty#.V_8FwuUrKXZ

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